quinta-feira, 21 de outubro de 2010

AINDA NO CINEMA

por : Sérgio Ramos
Fundação Cultural leva cinema à universidade

CINEMA

Os documentários “Povo Amondawa”, de Luiz Brito, “Ver-O-Peso”, de Januário Guedes, e “São Carlos do Jamari”, de Alejandro Bedotti, serão exibidos e debatidos nos campus da Faculdade Panamericana de Ji-Paraná – UNIJIPA, e da Universidade Federal de Rondônia – UNIR, nos dias 27 e 28 de outubro, respectivamente, durante a programação do Festival Só Curta – Estadual de Curta-Metragem, realizado pela Fundação Cultural de Ji-Paraná a partir do dia 25.

“Povo Amondawa”, de Luiz Brito, retrata a nação homônima, vítima do avanço da civilização através de projeto de colonização incentivado pelo governo federal a partir do final da década de 70. Luiz Brito estará também com o documentário “Taba, Querida Taba” no Festival Só Curta, a ser exibido no Cine Colúmbia. Este, é uma homenagem à Taba do Cacique, casa noturna referência por décadas à boêmia da cidade de Porto Velho. “Ver-O-Peso”, de Januário Guedes, une elementos de documentário e de ficção numa poética a um dos mercados mais conhecidos no Brasil. “São Carlos do Jamari”, de Alejandro Bedotti, vencedor em 2003 do FestCine Amazônia, faz um registro documental da história de São Carlos do Jamari.

Após a exibição haverá comentários sobre os filmes pelos diretores Luiz Brito, Alejandro Bedotti e outros convidados ligados à produção audiovisual do Estado de Rondônia, seguido de abertura para perguntas e comentários dos presentes. “Levar o cinema à universidade é uma forma não só de ampliar o conhecimento acadêmico, mas de provocar discussão sobre a importância do fazer cultural nestas instituições”, ressaltou Carlos Reis, coordenador do Festival.

Fonte: Assessoria

EXEMPLO SER SEGUIDO

Sérgio Ramos
JARU - Estádio Leal Chapelão é palco de exibições gratuitas de filmes, neste fim de semana

CINEMA

As exibições gratuitas de filmes nacionais e internacionais do Cine Sesi deste fim de semana, de 22 a 24 deste mês, serão no Estádio Municipal Leal Chapelão, em Jaru (RO).
O projeto já foi visto por quase 3 milhões de pessoas em mais de 400 cidades brasileiras. A caravana já passou por Candeias do Jamari, Guajará-Mirim, Alto Paraíso, Machadinho do Oeste e Buritis. O projeto existe há oito anos, levando cinema a lugares que não possuem salas de projeção em funcionamento.

As projeções ocorrem sempre a partir das 18h30 de sexta-feira, sábado e domingo, ao ar-livre, em área cedida pelo Sesi, em acordo com a prefeitura local. Os filmes são apresentados em tela alto alvura de 12 x 5 metros, com um projetor de 35 mm. O som possui três vias de 2 mil watts e projetor Hi-Light Xenon de 2 mil watts, além de cinemascope, o que permite uma boa visualização e audição a uma distância de até 25 metros. Tudo isso garante o elevado padrão de qualidade técnica e de conteúdo das projeções.

Serão exibidos, nesta sexta-feira, “Até o sol raiá” (curta) e “Se eu fosse você 2” (longa). No sábado, será a vez de “O branco” (curta) e “Pequenas histórias” (longa). No domingo, o público poderá assistir a “Vida Maria” (curta) e “A era do gelo 3” (longa).

Programação:
22, 23 e 24/10/2010 – Jaru - Estádio Municipal Leal Chapelão
05, 06 e 07/11/2010 - Ouro Preto do Oeste - Praça da Liberdade
01, 02 e 03/04/2011 - Presidente Médici - Praça Pública (em frente a Prefeitura)
08, 09 e 10/04/2011 - São Miguel do Guaporé - Pç da Prefeitura (ao lado da Qd Municipal)
15, 16 e 17/04/2011 - Santa Luzia do Oeste - Estádio Municipal
22, 23 e 24/04/2011 - Pimenta Bueno - Pç dos Pioneiros(em frente a Sec. Saúde)
29, 30/04 e 01/05/2011 - Espigão do Oeste - R. Minas Gerais (ao lado da Igreja Matriz)
06, 07 e 08/05/2011 - Colorado do Oeste - Campo ao lado do Ginásio de Esportes
13, 14 e 15/05/2011 – Cerejeiras - Praça dos Pioneiros

SINOPSES:

Sexta-feira
“ATÉ O SOL RAIÁ” - Curta
Até o sol raiá é um conto de fantasia e de celebração ao imaginário nordestino. Personagens criados por um artesão em barro ganham vida própria e agitam uma pacata vila sertaneja numa noite de festa. Animado em 3D, o curta-metragem funde a tradição do artesanato em barro com o cangaço, numa referência a dois ícones da cultura do Nordeste.

“SE EU FOSSE VOCÊ 2” - Longa
Grande sucesso do cinema nacional, graças a competente direção de Daniel Filho e da dupla de atores/protagonistas Gloria Pires e Tony Ramos. O casal Cláudio e Helena Maria, interpretado por Tony Ramos e Glória Pires, volta a viver uma troca de papéis. Depois de alguns anos da primeira troca, os conflitos constantes voltam a prejudicar a relação e o casal resolve se separar. Para tornar a situação ainda mais complicada, eles descobrem que a filha, Bia, agora com 18 anos, está grávida e vai se casar.
Quando decidem formalizar a separação, o destino intervém na situação e, pela segunda vez, trocam de corpo. Familiarizados com a situação, decidem sumir durante quatro dias - tempo que durou o fenômeno da última vez. Porém, a tentativa não dá certo. Quando chega o quarto dia, eles continuam com as personalidades trocadas. Então, Cláudio e Helena entram em desespero e começam a buscar o motivo que não favoreceu a destroca. Tentam repetir algo que resolveu a outra ocasião, e fazem sexo - o que também não funciona, e acaba engravidando Helena (ainda com a mente de Cláudio).
Contrariados, os pais precisam continuar juntos, um no corpo do outro, para poderem organizar a festa de casamento da filha e, assim, viverem várias confusões com o genro, os ricos sogros e os amigos dos noivos.

Sábado
“O BRANCO” – Curta
Um garoto cego especula sobre as cores das coisas e manifesta uma predileção pela cor branca, síntese de tudo o que para ele é inatingível.

“PEQUENAS HISTÓRIAS” - Longa
Na varanda de uma fazenda, uma senhora conta quatro histórias protagonizadas por personagens do imaginário popular brasileiro - principalmente da cultura mineira. Do mineiro Helvécio Ratton, com um elenco de primeira grandeza, como Marieta Severo, Patrícia Pillar, Maurício Tizumba. Ganhou o Premio de Melhor Filme Infantil de 3009 pela Academia Brasileira de Cinema.

Domingo
“VIDA MARIA” - Curta
"Vida Maria" é um belíssimo curta de pouco mais de oito minutos, que fez maior sucesso no Festival de Cinema de Pernambuco (Arte Cine PE). A animação, produzida quase que inteiramente por Márcio Ramos, conta de forma concisa e com toques de humor a contradição entre os desejos pessoais e a realidade que se impõe a qualquer pessoa. Narra a história de Maria, durante seu trabalho no sitivo onde vive. Vai dos cinco aos 45 anos e passa todo o seu estilo de viver para sua filha Lurdes.

“A ERA DO GELO 3” - Longa
Em A ERA DO GELO 3, Scrat continua tentando agarrar a noz fujona e nesse processo talvez encontre o verdadeiro amor; Manny e Ellie esperam o nascimento de seu mini-mamute; a preguiça Sid forma sua própria família adotiva seqüestrando alguns ovos de dinossauro; e Diego, o tigre dentes-de-sabre, se pergunta se não está ficando “mole” demais devido à convivência com seus amigos.

Em uma missão para resgatar o azarado Sid, a turma se aventura em uma nova era, onde a fauna e a flora são diferentes. Neste local, dão de cara com dinossauros, lutam contra plantas carnívoras de fúria assassina – e conhecem uma incansável doninha de um olho só, caçadora de dinossauros, chamada Buck. Carlos Saldanha, o brasileiro que co-dirigiu o primeiro filme desta série, dirigiu o segundo e volta a comandar o terceiro.

Fonte: Assessoria

PARTE DA HISTÓRIA

O negro na história de RO será o novo tema da ACLER

HISTÓRIA

Por Lúcio Albuquerque

A participação do negro na história e na cultura rondoniense deverá ser o novo tema a ser debatido pela Academia de Letras de Rondônia, na segunda quinzena de novembro. A programação já está sendo preparada pela ACLER, e que deverá contar, como das vezes anteriores,com a parceria do Departamento de História e Arquelogia da UNIR.

Será o quarto evento específico sobre a história regional que a ACLER realiza este ano - os anteriores foram sobre Rondon, sob os aspectos do positivismo e da importância científica da missão; a BR-364, abordando sua influência na região e a importância da estrada para o desenvolvimento regional; e ao septuagésimo aniversário de criação do Território Federal, a partir da ocupação brasileira da região Oeste.

"Nessa nova discussão pretendemos abordar ã importante presença do negro em Rondônia nos aspectos da ocupação do vale do Guaporé, feita por escravos que fugiam das minas de ouro de Mato Grosso, a religiosidade e as tradições; o outro perfil representado pelos negros que vieram para construir a Madeira-Mamoré e, o último sub-tema envolve os marinheiros da Revolta da Chibata que foram mandados para cá pelo navio Satélite, cada grupo foerecendo meios para um estudo a respeito da participação dos membros dessa etnia", explicou o rpesidente da ACLER, Lúcio Albuquerque.

OUTROS ASSUNTOS

A Academia Cacoalense de Letras está comemorando dois anos de criação, com ingresso de novos acadêmicos e evento especial na sede do Sindsef naquela cidade.

Será no próximo dia 21, quinta-feira, o lançamento do livro "Novos poemas de amor", assinado pelo acadêmico Pedro Albino. Vai acontecer no hall da casa de cultura "Ivan Marrocos" a partir das 19h30. No dia 26, terça-feira da outra semana, o escritor João Moreira, de Ji-Paraná, vai lançar, no mesmo local e horário, o livro "Na Baiuca de Longwood & outros contos de amor e guerra".

Já em Guajará-Mirim, a Academia local, em parceria com a ACLER, prepara a realização no primeiro trimestre de 2011 do SEminário Internacional de Literatura e História da Fronteira.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

RIR, O MELHOR REMÉDIO

VEM AÍ O "DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO”, MAIOR EVENTO SIMULTÂNEO DE ANIMAÇÃO DO MUNDO

Começa nesse sábado dia 23 de outubro, na Casa de Cultura Ivan Marrocos, a programação da "Semana de Animação" que antecede a comemoração do Dia Internacional da Animação, o maior evento do cinema de animação simultâneo no mundo,com entrada gratuita, oferecendo ao público a possibilidade de assistir curtas nacionais e internacionais, bem como,participar de oficinas básicas de animação através do Ponto de Cultura ACME em parceria com o NUCAR - Núcleo de Cinema de Animação de Rondônia, com o apoio da SECEL e do CFP da Prefeitura Municipal de Porto Velho.

A mostra "DIA" foi criada em 2002 pela Associação Internacional do Filme de Animação (ASIFA) para comemorar o Dia Internacional da Animação, 28 de outubro. Foi nesta data que Émile Reynaud, em 1892, realizou a primeira projeção do seu teatro óptico no Museu Grevin, em Paris. Essa projeção foi à primeira exibição pública de imagens animadas (desenhos animados) do mundo.

A organização nacional do evento contará novamente com o apoio na divulgação da Globo Filmes, TV Rá-Tim-Bum, TV Brasil, TV Cultura, Canal Futura, Espaço Z, Rain, Movie Mobz, Sesc TV e Cine Brasil TV, além do apoio do CTAV – Centro Técnico do Audiovisual , do Conselho Nacional de Cineclubes, do Fórum dos Festivais, do Centro de Produção de Legendas e do Habanero Áudio.

Pelo terceiro ano consecutivo, a Associação Coletivo Madeirista através do Ponto de Cultura ACME, traz para Porto Velho alguns dos melhores trabalhos de animação já produzidos no Brasil e no mundo,com a diferença de que, desta vez, oferece à comunidade a possibilidade de "meter a mão na massa", através de duas oficinas básicas de animação 2D, uma baseada na técnica tradicional e outra na digital, ambas gratuitas e com certificado, com vinte vagas cada uma.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO :

Dia 23 - sábado
Mostra Inaugural da Semana de Animação
das 19:30 as 21:30h
Organização: Cineclube ACME

Dia 24 - domingo
Oficina Básica de Animação em 2D - Técnica Tradicional
das 9:30 as 12:30h - 15:00 as 18:00h
Local: Casa de Cultura Ivan Marrocos - Espaço Pioneiros
Instrutor: Fernando Caetano/NUCAR

Dia 25 - segunda
Oficina Básica de Animação em 2D - Técnica Tradicional
das 9:30 as 12:30h - 15:00 as 18:00h
Local: Casa de Cultura Ivan Marrocos - Espaço Pioneiros
Instrutor: Fernando Caetano/NUCAR

Oficina Básica de Animação em 2D - Técnica Digital (Flash)
das 19:00 as 22:00h
Local: Centro de Formação de Professores - Teatro Banzeiros
Instrutor: Joesér Alvarez/Ponto de Cultura ACME

Dia 26 - Terça
Oficina Básica de Animação em 2D - Técnica Digital (Flash)
das 19:00 as 22:00h
Local: Centro de Formação de Professores - Teatro Banzeiros
Instrutor: Joesér Alvarez/Ponto de Cultura ACME

Dia 27 - Quarta
Oficina Básica de Animação Básica em 2D - Técnica Digital (Flash)
das 19:00 as 22:00h
Local: Centro de Formação de Professores - Teatro Banzeiros
Instrutor: Joesér Alvarez/Ponto de Cultura ACME

Dia 28 - Quinta
Mostra do Dia Internacional da Animação e entrega de certificados
das 19:30 as 21:30h
Organização: Cineclube ACM


Informações e Inscrições :
Joesér Alvarez - 99526643
Fernando Caetano - 99042593
ou pelo e-mail animazonia2010@gmail.com

saiba mais sobre o Dia Internacional da Animação:

FONTE: Assessoria ACME

SALVANDO VIDAS

A AGULHA QUE SALVA...

UTILÍSSIMO...
GUARDE E USE NA EMERGÊNCIA...
Agulha que salva!

Uma agulha pode salvar a vida de alguém com começo de AVC.
Vale a pena 2 min de leitura.
Uma agulha pode salvar a vida de um paciente com princípios de derrame...
Dito por uma professora chinesa.
Guarde uma seringa ou uma agulha para fazer isto - é um método inconvencional para recuperar alguém de um derrame.
Quando um derrame estiver a ocorrer fique calmo.

Independentemente de onde a vitima estiver, não a mova do lugar.
Quando o derrame acontece, as veias capilares no cérebro vão-se gradualmente rompendo.
Se a pessoa for movida os capilares vão se romper.
Se tiver na sua casa uma seringa melhor.
Se não tiver, pode usar uma agulha de costura ou um alfinete.

1. Aqueça a agulha/ alfinete para esterilizar e depois dê uma alfinetada em todos os dedos das mãos do paciente.
2. Não há pontos específicos nos dedos para a acupuntura, mas pode picar 1 milímetro perto da unha.
3. Pique até o sangue começar sair.
4. Se o sangue não começar a sair, então aperte com os dedos.
5. Quando todos os dedos começarem a sangrar, espere alguns minutos e depois puxe as orelhas do paciente até ficarem vermelhas.
6. Pique cada um dos lóbulos das orelhas até começar a sair uma gota de sangue de cada lóbulo. Depois de alguns minutos a pessoa começará a recuperar os sentidos.
Espere até que recupere o estado normal e leve-o para o hospital.
Se for levado às pressas para o hospital, a viagem turbulenta vai fazer com que os vasos capilares no cérebro se rompam.
'Eu aprendi a tirar gotas de sangue para salvar vidas através de um médico de medicina tradicional chinesa.
Ele chama-se Ha Bu Ting.
Mais tarde tive experiência prática sobre o assunto e posso dizer que este método é 100% eficaz.
Em 1979, eu era professora no colégio de Fung Gaap em Tai Chung.
Uma tarde, um outro professor veio correndo para a minha sala e disse 'Sra. Liu, venha rápido, o nosso supervisor teve um derrame!'
Eu fui imediatamente para o 3º andar.
O Sr. Chen Fu Tien estava pálido, o seu discurso era feito através de sussurros, a boca torta - sintomas de um derrame.
Imediatamente pedi a um dos estudantes para ir a uma farmácia comprar uma seringa, que usei para picar o Sr. Chen em todos os dedos.
Quando todos os dedos estavam a sangrar (cada um dos dedos com uma gota de sangue do tamanho de uma ervilha), o Sr. Chen começou a recuperar a sua cor.
Mas a boca continuava torta.
Então, eu puxei as orelhas dele para enchê-las de sangue.
Quando as orelhas dele começaram a ficar vermelhas, eu piquei o lóbulo da orelha direita por 2 vezes para saírem duas gotas de sangue E depois o lóbulo da orelha esquerda.
Dentro de 3 a 5 minutos o formato da boca voltou ao normal e a sua maneira de falar tornou-se clara.
Nós o deixamos descansar algum tempo e o levamos para o hospital.
Ele ficou lá em repouso por uma noite e no dia seguinte deram alta para dar aula.
Tudo correu normalmente.
Não apareceu nenhuma doença derivada do primeiro Socorro que lhe foi aplicado.
Por outro lado, normalmente as vitimas de derrame sofrem danos irreparáveis nos capilares do cérebro durante o percurso para o Hospital.
Como resultado, essas vítimas nunca se recuperam.
Por isso, o derrame é a segunda maior causa de morte..

O que se sente?

Geralmente vai depender do tipo de acidente vascular cerebral que o paciente está sofrendo se isquêmico ou hemorrágico. Os sintomas podem depender da sua localização e da idade do paciente. Os principais sintomas do acidente vascular cerebral incluem:
Fraqueza:

O início súbito de uma fraqueza em um dos membros (braço, perna) ou face é o sintoma mais comum dos acidentes vasculares cerebrais. Pode significar a isquemia de todo um hemisfério cerebral ou apenas de uma área pequena e específica. Podem ocorrer de diferentes formas apresentando-se por fraqueza maior na face e no braço que na perna; ou fraqueza maior na perna que no braço ou na face; ou ainda a fraqueza pode se acompanhar de outros sintomas. Estas diferenças dependem da localização da isquemia, da extensão e da circulação cerebral acometida.
Distúrbios Visuais:

A perda da visão em um dos olhos, principalmente aguda, alarma os pacientes e geralmente os leva a procurar avaliação médica. O paciente pode ter uma sensação de "sombra'' ou "cortina" ao enxergar ou ainda pode apresentar cegueira transitória (amaurose fugaz).
Perda sensitiva:

A dormência ocorre mais comumente junto com a diminuição de força (fraqueza), confundindo o paciente; a sensibilidade é subjetiva.
Linguagem e fala (afasia):

É comum os pacientes apresentarem alterações de linguagem e fala; assim alguns pacientes apresentam fala curta e com esforço, acarretando muita frustração (consciência do esforço e dificuldade para falar); alguns pacientes apresentam uma outra alteração de linguagem, falando frases longas, fluentes, fazendo pouco sentido, com grande dificuldade para compreensão da linguagem. Familiares e amigos podem descrever ao médico este sintoma como um ataque de confusão ou estresse.
Convulsões:

Nos casos da hemorragia intracerebral, do acidente vascular dito hemorrágico, os sintomas podem se manifestar como os já descritos acima, geralmente mais graves e de rápida evolução. Pode acontecer uma hemiparesia (diminuição de força do lado oposto ao sangramento) , além de desvio do olhar. O hematoma pode crescer, causar edema (inchaço), atingindo outras estruturas adjacentes, levando a pessoa ao coma. Os sintomas podem desenvolver-se rapidamente em questão de minutos.


Enviem este e-mail depois de ler.
Você pode salvar alguém de ter um derrame.

Leia pelo menos umas 3 vezes esse email para que no futuro, você também,

possa ajudar alguém.

--
Geraldo Cruz
30 anos de arte

terça-feira, 19 de outubro de 2010

NEGROS, HISTÓRIA E MEMÓRIA

Museu Afro Brasil

O Museu Afro Brasil é um museu histórico, artístico e etnológico, voltado à pesquisa, conservação e exposição de objetos relacionados ao universo cultural do negro no Brasil. Localiza-se no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, no "Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega" – edifício integrante do conjunto arquitetônico do parque projetado por Oscar Niemeyer na década de 1950. Inaugurado em 2004, o Museu Afro Brasil é uma instituição pública, subordinada à Secretaria Municipal de Cultura e administrada por uma organização da sociedade civil.

Conserva um acervo de aproximadamente 4 mil obras, entre pinturas, esculturas, gravuras, fotografias, documentos e peças etnológicas, de autores brasileiros e estrangeiros, produzidos entre o século XV e os dias de hoje. O acervo abarca diversas facetas dos universos culturais africano e afro-brasileiro, abordando temas como a religião, o trabalho, a arte, a diáspora africana e a escravidão, e registrando a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira. O museu também oferece diversas atividades culturais e didáticas, exposições temporárias, conta Histórico



O Museu Afro Brasil nasceu por iniciativa de Emanoel Araújo, artista plástico baiano, ex-curador da Pinacoteca do Estado de São Paulo e atual curador do museu. Ao longo de duas décadas, Emanoel Araújo realizou uma série de pesquisas, publicações e exposições relacionadas à herança histórica, cultural e artística do negro no Brasil. A partir da década de 1990, o artista plástico organizou importantes mostras sobre o tema, em diversas cidades do Brasil e em alguns países europeus, culminando com duas mega-exposições: Negro de Corpo e Alma, apresentada durante a "Mostra do Redescobrimento", em 2000, e Brazil: Body and Soul, no Museu Guggenheim de Nova Iorque, em 2001. Durante esse tempo, Emanoel Araújo também amealhou uma valiosa coleção particular, com mais de 5 mil obras referentes ao universo cultural afro-brasileiro.


O Presidente Lula, o curador e outras autoridades na inauguração do Museu Afro Brasil.
Em 2004, Araújo - que já tentara frustradamente viabilizar a criação de uma instituição voltada ao estudo das contribuições africanas à cultura nacional - apresentou a proposta museológica à então prefeita de São Paulo, Marta Suplicy. Encampada a idéia pelo poder público municipal, iniciou-se o projeto de implementação do museu. Foram utilizados recursos advindos de patrocínio da Petrobrás e do Ministério da Cultura (Lei Rouanet). A gestão do projeto museológico ficou a cargo do Instituto Florestan Fernandes. Para formar o acervo inicial, Emanoel Araújo cedeu 1100 peças de sua coleção particular em regime de comodato. Ficou decidido que o museu seria instalado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega. O edifício, pertencente à prefeitura, encontrava-se cedido ao Governo do Estado desde 1992 e abrigou por um tempo uma extensão da Pinacoteca do Estado. Em 2004, retornou à administração municipal e passou por adaptações para receber o museu. A 23 de outubro desse mesmo ano, o Museu Afro Brasil foi inaugurado, na presença do Presidente Luís Inácio Lula da Silva e de outras autoridades.
O Museu Afro Brasil se propõe a tratar da contribuição do homem negro no Brasil por meio de três vertentes: memória, história e arte. O objetivo da instituição é utilizar seu acervo etnográfico, histórico e artístico para embasar a criação de um centro de reflexões sobre a cultura afro-brasileira, que envolva também as suas decorrências imateriais e a necessidade de preservar a consciência histórica. Visando a formação do público, o museu mantém uma eclética agenda cultural, oferece palestras e cursos e diversas exposições temporárias ligadas ao tema da produção cultural afro-brasileira e do resgate da memória do universo negro. O museu tem conseguido ampliar consideravelmente seu acervo, por meio de aquisições, doações e empréstimos de colecionadores particulares e de outras instituições. Em 2005, o museu inaugurou a "Biblioteca Carolina Maria de Jesus". Formado a partir da coleção particular de Emanoel Araújo, o acervo da biblioteca foi recentemente magistralmente ampliado por meio da doação da Biblioteca Escravidão - Tráfico - Abolição, o mais importante e raro acervo de títulos sobre o tema existente no país, oferecido à instituição por Ruy Souza e Silva e Leonardo Kossoy.

O Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega


O Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, originalmente denominado Palácio das Nações, é um dos edifícios integrantes do conjunto arquitetônico do Parque do Ibirapuera, projetado por Oscar Niemeyer para as comemorações oficiais do IV Centenário da Cidade de São Paulo. O projeto, encomendado ao arquiteto por Ciccillo Matarazzo, pretendia transformar o novo parque da cidade em um centro irradiador de arte e cultura. Além do Palácio das Nações, compõem o conjunto o Palácio dos Estados (sede da PRODAM), o Palácio das Indústrias (Pavilhão da Bienal), o Palácio das Exposições (Oca), o Palácio da Agricultura (sede do DETRAN) e o auditório (construído recentemente). O conjunto é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
O Palácio das Nações foi inaugurado em dezembro de 1953. Nesse mesmo ano, divide com o Palácio das Indústrias a função de sede da histórica II Bienal Internacional de São Paulo, abrigando parte das 3.374 obras expostas nessa edição, dentre as quais, 74 telas de Pablo Picasso, incluindo a célebre Guernica. Os dois pavilhões também sediaram a III edição da Bienal, em 1955. Entre 1961 e 1991, o edifício, já rebatizado como "Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega", abrigou a prefeitura de São Paulo. Com a transferência do executivo municipal para o Palácio das Indústrias, o edifício foi cedido ao Governo do Estado em 1992, e passou a ser utilizado como extensão da Pinacoteca do Estado. Em 2004, o pavilhão retornou à administração municipal, tornando-se sede do Museu Afro Brasil.
O edifício possui 11 mil metros quadrados de área construída, divididos em três pavimentos. Além dos espaços expositivos, áreas de atuação didática, reserva técnica e escritórios administrativos, abriga a Biblioteca Carolina Maria de Jesus e o Teatro Ruth de Souza.


África
O núcleo do acervo dedicado à história, cultura e arte da África conserva um grande número de objetos, das mais diversas concepções estéticas e funcionalidades, produzidos, majoritariamente, por grupos étnicos das nações subsaarianas, entre os séculos XV e XX. Há obras de uso ritual, mágico ou religioso (representações de deuses e outras entidades divinas, figuras maternas ligadas a rituais de fertilidade, estatuetas investidas de poder medicinal, etc.) e artefatos de uso cotidiano (cachimbos de procissão, pentes, relicários e elementos do mobiliário).


Os materiais utilizados (madeira, marfim, terracota, tecidos, contas etc.) variam de acordo com a proveniência. Diversos grupos culturais e países estão representados: Attie (Costa do Marfim), Bamileque (Camarões), Yombe, Luba (Rep. Democrática do Congo), Iorubás (Nigéria), entre muitos outros. Destaca-se a rica coleção de máscaras africanas, composta por peças de admirável senso estético e imbuídas de diversas simbologias, utilizadas em cultos e ritos ancestrais e como instrumentos de controle e regulamentação da ordem social em inúmeros grupos étnicos (Iorubás, Ekoi, Bobo, Gueledé, etc.).
O núcleo também abarca uma série de obras produzidas por artistas europeus, abordando aspectos importantes da historiografia africana. Há mapas holandeses do século XVII, reproduzindo o território africano, litografias de cunho etnológico produzidas por Rugendas, gravuras e fotografias retratando poderosas figuras dos reinos africanos do passado.
Esse núcleo trata do papel dos africanos escravizados e seus descendentes na construção da sociedade brasileira, como mão-de-obra fundamental em todos os ciclos de desenvolvimento econômico do país. Conserva documentos iconográficos que atestam tanto a brutalidade desse processo quanto a assimilação gradual e silenciosa por parte da sociedade dos valores e costumes africanos advindos com a diáspora. Há várias litografias de Debret e Rugendas, registrando os castigos aplicados aos escravos por seus senhores, as viagens nos porões dos navios negreiros e o trabalho forçado nos engenhos de açúcar.
O núcleo conserva diversas ferramentas de marcenaria, carpintaria e outros instrumentos de trabalho utilizados por escravos, além de uma série de instrumentos de tortura e castigo, como gargalheiras, palmatórias e vira-mundos. O núcleo também abarca uma série de fotografias, de autores como Marc Ferrez, Victor Frond e Virgílio Calegari, registrando negros escravos e libertos em seus ofícios.
Outra coleção importante desse núcleo é composta por documentos relacionados à resistência africana à escravidão e a participação dos negros nos movimentos de independência do Brasil. Há mapas de quilombos do século XVIII, anúncios de recompensas pela captura de escravos fugidos, representações artísticas de líderes da resistência negra e personalidades ligadas ao movimento abolicionista, como Zumbi dos Palmares e José do Patrocínio, executadas por artistas como Alípio Dutra e Antônio Parreiras.


Santa Ifigênia (Minas Gerais, século XVIII).
Nesse núcleo são conservadas obras relacionadas à imposição da fé cristã sobre os negros cativos, documentando amplamente o subseqüente sincretismo religioso que marca a sociedade brasileira. As celebrações festivas católicas – vistas no período colonial como grandes acontecimentos cívicos e importantes instrumentos para a difusão da doutrina cristã - forneceram espaços sociais para que os escravos africanos e seus descendentes se apropriassem dessas festividades, muitas vezes adaptando a simbologia católica aos referenciais de suas culturas e ritos de origem.
Destaca-se no acervo um grande número de gravuras, aquarelas e fotografias, documentando tanto festas religiosas do catolicismo popular e das confrarias afro-brasileiras (festas de Nossa Senhora do Rosário, do Divino e da Irmandade da Boa Morte) quanto celebrações "folclóricas" de influência negra (congadas, maracatu, bumba-meu-boi, coroação dos reis negros, etc.), além dos adornos, máscaras, objetos e vestimentas utilizados nessas festividades. O culto a santos negros, como Santo Elesbão, Santa Ifigênia e São Benedito, está representado por meio de uma seleção de imaginária do período colonial. É importante também a ampla coleção de ex-votos – imaginária imbuída de intenção votiva, quer mágica, quer religiosa, amplamente produzida no Brasil Colônia.


Ibejis e Iemanjá (séc. XIX).
Além da apropriação e reinterpretação de elementos presentes nas festividades católicas, a escravidão forçou o contato e a convivência entre religiões de distintos povos africanos, resultando em uma múltipla assimilação de elementos semelhantes de suas culturas. Dessa forma, fundiram-se divindades, ritos e cultos de origens distintas em uma amálgama comum, de que resultaram as religiões afro-brasileiras. Neste núcleo são conservadas peças relacionadas a essas religiões, seus personagens e ritos, compreendendo desde esculturas e fotografias até vestimentas e altares, datados do período colonial aos dias de hoje.
Destacam-se as várias peças relativas ao Quimbanda, ao Xangô e, principalmente, ao Candomblé – religião de origem Iorubá, bastante difundida em todo o território brasileiro -, como estatuetas de Iemanjá, Ibejis e objetos rituais de orixás, produzidos no Brasil e na África, em suas mais diversas vertentes (Kekes, Jejes, Angola, etc.). Há vários exemplares de balangandãs, jóias e amuletos utilizados por baianas em ocasiões festivas e rituais. Há também um importante conjunto de fotografias de artistas como Pierre Verger, Mário Cravo Neto, Maureen Bisilliat e Adenor Gondim, documentando ritos religiosos afro-brasileiros.


História e memória
No núcleo dedicado à história e à memória, a preocupação maior encontra-se em resgatar e recordar os grandes expoentes negros e mulatos que se destacaram em diversas áreas, desde o período colonial até os dias de hoje. Assim, conservam-se pinturas, fotografias, esculturas, gravuras e documentos relacionados a personalidades históricas (Zumbi dos Palmares, Henrique Dias, José do Patrocínio), escritores e jornalistas (Luís Gama, Antônio Gonçalves Crespo, Cruz e Souza, Machado de Assis), engenheiros (André Rebouças, Teodoro Sampaio), médicos (Juliano Moreira), artistas (Ruth de Souza) e intelectuais em geral (Milton Santos, Manuel Querino, etc.).
O núcleo também é composto testemunhos materiais da evolução histórica do negro no Brasil. Há objetos e documentos que relatam o envolvimento dos negros em episódios históricos como a Batalha dos Guararapes, o Levante dos Malês, a Guerra do Paraguai, a Revolta da Chibata e a Revolução de 1932. Há uma vasta iconografia acerca do movimento abolicionista do século XIX, além de uma significativa mostra de ensaios e periódicos produzidos pela imprensa negra do Brasil nos séculos XIX e XX (coleções de jornais como A Liberdade, A Voz da Raça e O Clarim d'Alvorada, entre outros).

Este núcleo conserva importantes exemplares da presença negra ao longo de toda a evolução das artes no Brasil. Conserva sobretudo obras de arte executadas por artistas negros e mulatos, mas também abarca peças que possuam o universo negro como tema. É perceptível e bem documentada a forte presença de artistas negros durante o período colonial, que acabaria por marcar de forma definitiva a arte brasileira. No inventário de preciosidades do museu, conservam-se esculturas de Aleijadinho e Mestre Valentim, e pinturas de José Teófilo de Jesus, Frei Jesuíno do Monte Carmelo, Veríssimo de Freitas e Joaquim José da Natividade.


Artur Timóteo da Costa. Estudo de Cabeças, século XIX.
Com a instituição do ensino oficial pela Academia Imperial de Belas Artes (intimamente associado à formação da elite econômica do país) diminui sensivelmente a contribuição negra à arte nacional. Mesmo assim, conservam-se importantes exemplares dessa corrente, representada no acervo pelas naturezas-mortas de Estêvão Silva, nos retratos realizados por Antônio Rafael Pinto Bandeira e Emmanuel Zamor, nas paisagens de Antônio Firmino Monteiro e no vasto conjunto de pinturas executadas pelos irmãos João e Artur Timóteo da Costa (auto-retratos e retratos de negros, marinhas, paisagens e estudos de nus, entre outros).
No segmento referente à arte do século XX, há um conjunto de telas de Benedito José Tobias, várias serigrafias e esculturas de Rubem Valentim, e outras obras de Heitor dos Prazeres, Ronaldo Rêgo, Octávio Araújo, Manuel Messias, Caetano Dias, José Igino, Tibério, Jorge Luís dos Anjos, entre outros. Por fim, há conjuntos representativos de arte popular afro-brasileira, onde se destacam as obras de Mestre Didi, e uma coleção de fotografias artísticas, de nomes como Madalena Schwartz, André Vilaron,

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Aprendizado

Curso de Direção de Fotografia para Cinema em Porto Velho.

As Oficinas de Direção de Fotografia e Oficina de Desenho de Som, de forma gratuita, que serão oferecidas pela Fundação Joaquim Nabuco e Canne (Centro Audiovisual Norte-Nordeste) ambos de Pernambuco, em parceria com a SECEL que apóia dando a logística local e ABD/ RO que fez o interface para que aconteça os cursos aqui em Porto Velho com participação de profissionais da capital e interior.

Foto: AICinemaOs cursos apresentados vem propiciar o aumento de conhecimento técnico aos nossos realizadores e produtores locais, ajudando inclusive os mesmos à finalizarem seus trabalhos com mais qualidade técnica. Aqui no Norte, temos uma carência enorme de cursos específicos dessa natureza aos nossos profissionais que atuam em Rondônia, isso porque estamos longe dos grandes centros produtores e os cursos desse tipo de formação tem custos elevados.

A Oficina de Direção de Fotografia para Cinema acontecerá em Porto Velho de 18 à 22 deOutubro, no Rondon Palace Hotel, ministrada por Alziro Barbosa cuja formação é de Mestre e Bacharel em Direção de Fotografia pelo VGIK - Instituto Estatal de Cinema da Rússia, Bacharelado com diploma revalidado pela Universidade de São Paulo. Atuou como Diretor de Fotografia em diversos filmes, confira alguns: 2007 - Mistéryos, longa metragem, 35mm, Dir. Beto Carminatti e Pedro Merege Zelito.


A Cauda do Dinossauro, curta, S16mm, Dir.Francisco Garcia. 2006 - JK- Uma pela Noite Para Voar, longa metragem, 35mm, Dir. Zelito Viana. Ao Vivo, curta, S16mm,Dir. Giuseppe Siffredi e Antonio Guerino, em finalização. A Balada do Vampiro, curta, 35 mm, Dir. Estevan Silvera e B. Carminatti, em finalização.B. End. curta, 35 mm, Beto Carminatti, em finalização.

Mapa Imundi, curta, 35 mm, 15min, Beto Carminatti, em finalização. E os Negros do Quilombo Gritam na Cidade, documentário, dvcam, Dir. Amilca Claro. Jardim S.Paulo, documentário, hdv, Dir. Luiz Adelmo. 2005 - Gatão de Meia Idade, longa metragem, HDCAM, Antonio Carlos da Fontoura. Serras da Desordem, documentário, longa metragem, 35mm, Andrea Tonacci. Terra Incógnita,curta metragem, 35mm,15mim, Dir. Gil Baroni e Beto Carminatti Origem dos Nomes, curta metragem, 35mm, 14min, Marta Nassar O Mistério da Japonesa, curta metragem,35 mm, 15min, Beto Carminatti e Pedro Merege

PRINCIPAIS PRÊMIOS E INDICAÇÕES: 2006 - Prêmio de melhor fotografia Longa Metragem, Festival de Gramado para o filme Serras da Desordem, documentário, 35mm, Andrea Tonacci. 2006- Prêmio de melhor fotografia brasileira, concedido pela Ass. Br. Cinematografia (ABC), na categoria curta-metragem, para o filme O Mistério da Japonesa.
2005- Prêmio de melhor fotografia brasileira, concedido pela Ass. Br. Cinematografia (ABC), na categoria curta-metragem, para o filme A Ira.

“Estamos preocupados com a formação de mão-de-obra local dos nossos técnicos e futuros cineastas que estão surgindo aqui em Rondônia. O foco principal da Oficina de Direção de Fotografia é trazer para o realizador e técnico aqui em Rondônia mais conteúdos para aumentar o seu conhecimento na área do cinema e do audiovisual em seus futuros trabalhos num mercado mais especializado e competitivo, e teremos uma outra Oficina de Desenho de Som no mês de novembro aqui em Porto Velho”, enfatizou Luiz Brito presidente da ABD/RO. Informações no email: abdrondonia@yahoo.com.br.