domingo, 2 de maio de 2010

programa butiquim do samba

Butiquim do Samba.

NOTA

O Programa Butiquim do Samba do último sábado dia 01 de maio foi reprisado, por motivos técnicos da emissora.

O entrevistado da semana foi o sambista e Mestre mais antigo do nosso carnaval, Cabeleira.

Problemas técnicos fizeram com que o nosso público assistisse de novo a entrevista com o compositor Beto César.

O fato será reparado e uma nova gravação está sendo agendada com o sambista mais antigo do nosso carnaval.

Toda terça, no Mercado Cultural acontece à gravação do programa e você é nosso convidado á partir das 19 horas.

Nesta terça o convidado será o grupo Kizomba, mas, no próximo sábado, dia 08 de maio a entrevista que irá para o ar é com a radialista Sônia Maria e o grupo Sem Moderasom, já gravado.


Grato a todos.




Carlinhos Maracanã
apresentador

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Revista ISTOÉ denigre Rondônia nacionalmente - Alex Sakai

Outro ponto que demonstra desconhecimento e desrespeito com a população é a citação de que (sic) “Rondônia contabilizava 1,5 milhões de habitantes, quase 60% de analfabetos funcionais”.

A Revista ISTOÉ, em sua edição de 28 de abril, publicou uma matéria intitulada energia solidária que demonstra um grande desconhecimento e presta um serviço de desinformação sobre o Estado de Rondônia.

Ao buscar dar foco a um projeto desenvolvido pela construtora da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, a revista pinta um quadro artificial, dando a entender que antes da chegada da Usina o Estado de Rondônia era apenas um (sic) “encravado no meio da Amazônia, onde a população trabalhava com extrativismo de minérios e da floresta”.

Rondônia é um jovem Estado, mas que desde sua criação teve sempre um desenvolvimento avassalador. Segundo o Professor Francis Bernier, da Sociedade Geográfica de Paris, que desenvolveu um estudo sobre Rondônia, publicado sob o título de “Rondônia La terre de Promise” (Rondônia: a Terra prometida), o Estado se tornou a maior frente de colonização do mundo, desde sua criação. Primeiro pela colonização protagonizada pelo INCRA, que na década de setenta trouxe um milhão de brasileiros que sonhavam com a terra prometida. Depois com a expansão da agropecuária que abastece de carne o mercado interno e exporta para o mundo. Não sei se o repórter sabe que os maiores produtores de carne do país têm fazendas em Rondônia, que tem gado livre de aftosa. Rondônia também tem trabalhadores rurais organizados que exportam café para a Europa, através do mercado Justo. Possui também Associações que trabalham com agroecologia como a RECA e a APA que exportam palmito, biojóias, couro vegetal, mel, bombons de castanha, polpa de frutas e alguns já são certificados como produtores orgânicos, ou seja, não é extrativismo, é agroindústria.

Outro ponto que demonstra desconhecimento e desrespeito com a população rondoniense é a citação de que (sic) “Rondônia contabilizava 1,5 milhões de habitantes, quase 60% de analfabetos funcionais”. Não sei se o repórter serviçal sabe, mas só a capital Porto Velho conta com treze estabelecimentos de ensino superior, com cursos de todas as áreas, fazendo com que hoje, Rondônia tenha uma população estudantil que rivaliza com centros mais avançados do país, tendo recebido boas notas do ENAD. Inclusive algumas conseguindo conceito “A”.

Entendemos que a construção das usinas é um ponto marcante no desenvolvimento do Estado, dado o vultoso investimento e a grandiosidade da obra. Mas desconhecer que além da usina, Rondônia faz parte, hoje, de um projeto estratégico que envolve o comércio com os outros países sul americanos e com o oriente, através da “saída para o pacífico”, que há anos vem sendo organizada por países andinos e o Brasil, para que haja uma nova alternativa de comércio com a Ásia, em especial a China, consumindo milhões em recursos que estão virando pontes, estradas, portos e ferrovias, é um deslize monumental da revista.

Ao se fazer apologia do programa desenvolvido pelo consórcio de construção das Usinas, a revista tenta construir um pioneiro artificialmente, colocando o dirigente da empresa como um personagem central, dedicando diversos parágrafos para discorrer sobre o périplo do engenheiro e citando-o nominalmente sete vezes na matéria, com direito a negrito. Ora, Não sei se o repórter sabe, mas Rondônia não precisa de pioneiros construídos artificialmente com matéria pagas. Os “destemidos pioneiros”, que são exaltados no hino do Estado, constroem no meio da selva amazônica, há décadas, um lugar aprazível, como dizia o grande Darci Ribeiro, um Estado pujante como diz Francis Bernier. E pioneiro por pioneiro Rondônia tem o Marechal Rondon. Verdadeiro Pioneiro que dá nome ao Estado.


Alex Sakai

Jornalista
Espontaneidade e reivindicações na entrega do 10 Prêmio de Expressões Culturais Afrobrasileiras
- ( Cultura )

Os 20 ganhadores do 10 Prêmio de Expressões Culturais Afrobrasileiras receberam seus prêmios na noite desta terça-feira em Brasília, numa festa marcada pela espontaneidade, reconhecimento da importância da iniciativa e solicitação por sua continuidade. Manoel dos Santos Júnior do Projeto Lagoa da Pedra e a Roda de São Gonçalo, de Tocantins, falou em nome dos vencedores e afirmou que só a divulgação da conquista já abriu novas oportunidades para o grupo: “É fundamental essa chance para a cultura afrobrasileira. O segmento agora está mapeado e muito bem falado. Vai ajudar as iniciativas existentes e novas que poderão surgir.”

Na mesma linha a presidente do Cadon (Centro de Apoio ao Desenvolvimento Osvaldo Neves), Ruth Pinheiro, lembrou que foi a mobilização de parcerias e dos artistas que viabilizou o prêmio: “A cultura afrobrasileira merece e precisa da continuidade deste prêmio, que é fruto de muita luta”. Ruth entregou os certificados aos vencedores na categoria artes plásticas.

O presidente da Fundação Palmares, Zulu Araújo, entregou os prêmios da categoria teatro e afirmou que era a concretização de um sonho: “Esse prêmio possibilita alcançar o Brasil de maneira transparente, democrática e inclusiva, além de permitir a descoberta de novos talentos e estimular o desenvolvimento da cultura afrobrasileira”.
Zulu anunciou o lançamento de três novos editais pela Fundação, um direcionado ao aniversário da entidade, outro focado em idéias criativas e um direcionado à juventude negra.

José Samuel Magalhães, gerente de comunicação da Petrobras nas regiões Centro Oeste e Norte e em Minas Gerais, destacou a descentralização dos ganhadores: “Na Petrobras ficamos muito satisfeitos com o fato do prêmio ter chegado aos pequenos projetos de regiões geralmente não contempladas. É importante agora que o setor realize as atividades comprometidas e mantenha a mobilização para ressaltar a importância da iniciativa e sua manutenção. Ele entregou os prêmios na categoria dança.

Espontaneidade e reivindicação - A festa foi marcada pela descontração e espontaneidade, embora com forte teor reivindicatório. Um dos destaques foi na hora da premiação de Rubens Barbot, quando, incentivado pela platéia aos gritos de “dança, dança” o artista do Rio de Janeiro atendeu. Na falta de instrumentos musicais ou trilha sonora preparada, a atriz Zezé Mota, apresentadora do prêmio junto com o ator Antônio Pompêo, cantou e Barbot dançou.

Ainda durante a entrega Hamilton Sá Barreto, do projeto Emí- a concepção yorubana do universo, do Pará, ressaltou o valor do prêmio para a região norte do país e reivindicou a criação de políticas culturais de caráter permanentes com a inclusão da região. Concluiu sob aplausos: “O país tem que saber que a região Norte não se escreve com a letra M.”
O ator e diretor Hilton Cobra, o Cobrinha, da Cia dos Comuns defendeu que as grandes empresas públicas tenham políticas culturais inclusivas: “Todas as comissões de seleção dos editais devem ser realmente democráticas e atenderem à diversidade do país, com representantes afrodescendentes em suas composições”. Segundo disse, é uma forma de levar novas visões às instâncias que decidem apoio aos projetos.

O prêmio - Aberto com a apresentação do Grupo Cabeça Feita, a festa no Museu da República contou a presença de membros de representações diplomáticas de países como Angola, Moçambique, Cuba, Panamá e Cabo Verde, além do diretor do Departamento de África do Ministério das Relações Exteriores, Fernando Simas.

O prêmio é uma iniciativa do Centro de Apoio ao Desenvolvimento (Cadon) e da Fundação Palmares, com patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura. Ao todo foram distribuídos R$1.100.000,00 para 20 projetos de três categorias artísticas com estética negra contempladas nesta edição: teatro, dança e artes visuais.

Os projetos – Os projetos ganhadores em todo o país são os seguintes: categoria dança: Acorda Raça – Resgate e Preservação da Cultura Negra como Instrumento de Conscientização e de auto-estima (Paraná ); Bata-Kotô (Distrito Federal); Dança Afro-Brasileira nas Escolas (Alagoas); Elegbará – O Guardião da Vida (Pará) e 40 + 20 – Rubens Barbot (Rio de Janeiro). Na categoria teatro: Emi – A Concepção Yorubana do Universo (Pará); Mãe Coragem (Rio Grande do Sul); No Muro – Ópera Hip Hop (Distrito Federal); Oficina Comuns (Rio de Janeiro) e Ogum – O deus e o Homem (Bahia). Em artes visuais foram: Arte Resgatando o Quilombo (Santa Catarina); Essas Mulheres (Rondônia); Memórias de Sombras (São Paulo); Mestre do Coco Pernambucano (Pernambuco); Negro por Inteiro (Mato Grosso); Animais de Concreto (São Paulo); E o Silêncio Nagô Calou em Mim (Distrito Federal); Invernada dos Negros (Rio Grande do Sul); Lagoa da Pedra e a Roda de São Gonçalo (Tocantins) e Zeladores de Voduns de Benim ao Maranhão (Maranhão).


Fonte : ImagemNews.com.br Autor : IAA Comunicação

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Beto Ramos


E amanhã???



Diz à lenda que precisamos de ações e atividades que valorizem os artistas de Porto Velho. Vivemos em um mundo globalizado, onde as culturas industrializadas invadem a vida dos nossos jovens com uma velocidade assustadora. Precisamos desenvolver com todas as parcerias possíveis, projetos culturais que possam fazer a população, conhecer, relembrar e contar a sua história. Sair da mesmice, criar círculos de debates, oficinas em todos os bairros que possam despertar nos jovens o prazer pela cultura. Resumindo-se a poucos grupos, a cultura torna-se um circulo vicioso, onde poucos mandam e muitos ficam sem informação. Possuímos variados movimentos culturais que de sombra em sombra vão ficando na escuridão total. Precisamos de engajamento, de pessoas que façam acontecer, que tragam aos jovens o desejo de cantar, representar, dançar e acima de tudo, através de atividades culturais tornarem-se cidadãos de bem, que possam contribuir com a nossa sociedade para uma Porto Velho melhor. Precisamos fazer com que nossa população tenha o hábito de freqüentar os espaços culturais em nossa capital beradeira. Quais os espaços? Bem, podemos contar nos dedos de uma só mão, e olhe lá, e descobriremos que falta investimento para que as pessoas possam sair de casa e ter uma agenda de atividades culturais, ter onde ir, convidar familiares, levar amigos e turistas para conhecer a história de Porto Velho. Vamos ao Mercado Cultural, a Praça Marechal Rondon, Praça Getúlio Vargas, a Feira do Porto, ao Teatro Banzeiros, conhecer a Madeira Mamoré. Vamos fazer atividades culturais planejadas nestes espaços. Viva a Flor do Maracujá, Viva o carnaval. Mas, precisamos de uma agenda anual de atividades para a nossa população. Nossas quadrilhas e Bumbas são lindos, Escolas e blocos idem. Mas, alguma coisa industrializada já nos faz sentir saudades de ontem. Claro que é preciso inovar. É preciso levar para o mundo. Mas, também é preciso que se preservem alguns valores tradicionais. Diz a lenda, que são poucos os setores que defendem as nossas tradições. Precisamos aplaudir de pé o Zekatraka, O Ernesto, O poeta Mado, O Ivo Feitosa, O Anísio Gorayeb, O Maraca, O Bubu, o Oscar, o Tatá quando ele está. E tantos outros que nós sabemos que estão nesta luta de Davi contra Golias. Diz à lenda que estas pessoas fazem acontecer em suas respectivas áreas de atuação. Mas, precisamos planejar o futuro. Fazer do amanhã sementes que foram plantadas hoje. Diz à lenda que o caldeirão cultural está em ebulição dentro de Porto Velho. Precisamos ter algo para contar amanhã. Entra ano e termina ano, e as mesmas noticias, mesmas brigas, com mesmos causadores. Vamos fazer de um entardecer no Rio Madeira o cenário ideal para repensarmos o que poderemos deixar para as gerações futuras. Fechando este texto, falta a alguns, a elegância do Mestre Oscar. Elegância no modo de tratar e respeitar os nossos artistas e mesmo os que não sejam artistas, mas que lutam para o crescimento cultural da nossa capital beradeira.







Beto Ramos – Fotógrafo e Restaurador de imagens antigas

CINEMA

CURTA AMAZÔNIA

Festival traz filmes

inéditos para RO

São filmes que ainda não participaram de nenhum Festival de Cinema Nacional

Os organizadores do 1º Festival de Cinema Curta Amazônia, que vai acontecer em Porto Velho entre os dias 25 e 29 de maio, selecionou uma série de filmes “inéditos em festivais”, feito por diretores super bacanas do cinema brasileiro.

Entre os filmes que o público de Porto Velho vai apreciar destacamos: Erotikós-corpos em movimento, direção Melina Curi, SC. Água Mineral, direção Cleuberth Choi, DF. Bem Educado, direção Douglas Ribeiro, GO. Beto Lima - O intérprete das Flores, direção Cândido Alberto, MS. Carrapatos e Caatapultas, direção Almir Correia, PR. Doce Turminha-e a bola cor de chiclete, direção Eduardo Drachinski, SC. Ererua, direção Andréia Fortini, RO. Ninho dos pequenos, direção Ulisses Costa, RS. No escritório, direção Waldecir de Oliveira, RJ. Número Zero, direção Claudia Nunes, GO. Os anjos do meio da praça, direção Ale Camargo e Camila Carrossine, SP. O homem dela, direção Luiz Joaquim, PE. O mala, direção Jair Rangel, RO. O Paraíso é isso!, direção Ana Paula Teixeira, CE. Olhar de João, direção Mariley Carneiro, GO. Ore vaki are-retorno dos Juma, direção Andréia Fortini, RO. Pacaás: Entre o sonho e a realidade, direção Maria Antônia, RO. Rupestre, direção Paulo Miranda, GO. Ser digital é..., direção Ney Ricardo da Silva, AC. Vou mandar pastar, direção Otávio Pacheco, SP. 1:21, direção Adriana Câmara, PE. Um olhar sobre o progresso, direção Marivaldo Lago, Nova Mamoré/RO. Uma viagem a bandeira, direção Francisco Lago, Nova Mamoré/RO. O último suspiro, direção Evandro Mesquita, PE. Recife Cold, direção Tiago Bacelar, Camila Nascimento, Douglas Deo, Thiago Rocha e Marina Paula, PE.

São filmes que ainda não participaram de nenhum Festival de Cinema Nacional, por isso o “ineditismo” aqui em Rondônia, isso demonstra bons contatos com os realizadores independentes e alternativos de cinema desse imenso Brasil, que contribuem para o aumento da produção cinematográfica nacional.

“É de suma importância estarmos contribuindo para esse crescimento, divulgando e dando mais visibilidade aos filmes regionais e nacionais, feito por brasileiros para serem vistos por brasileiros de forma gratuita”, afirma Carlos Levy, Organizador do Festival de Cinema Curta Amazônia.

Maiores informações: festival@curtamazonia.com / www.curtamazonia.com

quarta-feira, 28 de abril de 2010

O Samba pede passagem

Beto Ramos (*)


Boteco ou botequim são termos oriundos do português de Portugal botica, e do espanhol da Espanha bodega, que por sua vez derivam do grego apothéke, que significa depósito.

Em Portugal a botica era um depósito, ou loja onde se vendiam mantimentos e miudezas, mesmo significado se atribui à bodega espanhola.

No Brasil, o boteco ou botequim ficou tradicionalmente conhecido como lugar de encontro entre "boêmios", onde se procura uma boa bebida, petiscos baratos e uma boa conversa sem compromisso. Diz à lenda que em Porto Velho, O Butiquim do Samba deriva-se da força de vontade de Carlinhos Maracanã e Sônia Maria. Vindo do rádio, o programa reúne os melhores sambistas da nossa capital beradeira. Nas terças cheias de alegria dentro do Mercado Cultural, a gravação do programa tornou-se um ponto de encontro, não só de sambistas, mas também de colunistas sociais, jornalistas e um público que começa a se habituar ao movimento cultural que começa a crescer em nossa capital beradeira. Sou amigo particular do agitador cultural Carlinhos Maracanã, e sei o quanto o mesmo luta para defender e levar a história do samba ao nosso povo. O Butiquim possui a essência dos nossos sambistas. E diz a lenda que esta essência é o respeito e um espaço digno para a divulgação dos nossos artistas. Se não dermos oportunidades, não acreditarmos, como poderemos consolidar a história do nosso povo. Diz a lenda que o Maraca corre para lá e para cá, explica, divulga e o principal na minha humilde opinião, necessita de apoio, e de quem acredite e invista na proposta do programa apresentado aos sábados junto com a Sônia Maria. Sinceramente eu acredito. E faço a minha parte não como amigo, mas como alguém que acredita que tudo pode dar certo, e que podemos e devemos acreditar nos nossos artistas. Aos críticos de plantão ficam as nossas considerações pelo incentivo com seus comentários, pois a artista precisa sim de críticas construtivas. E vamos todos ao Butiquim. Bater aquele papo num cenário histórico que é o Mercado Modelo, participar da gravação do programa e assim ajudarmos a escrever mais um capítulo da história da cultura da nossa capital beradeira. Diz a lenda que em Porto Velho, Butiquim é um termo oriundo do esforço também dos nossos cavaleiros armados com seus talentos vindos da margem direita do madeira.



(*) O autor é fotografo e restaurador de imagens antigas.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

AGENDA CONEGRO

CONEGRO.

Conselho Municipal de Cidadania Negra.


As constantes reuniões realizadas na Fundação Iaripuna, dão conta dos trabalhos do Conegro, para definição do calendário de atividades do ano de 2010.

Os chamados (GTS). Grupos de Trabalho estão acelerando suas reuniões para darem conta no tempo pré-estabelecidos pela Fundação Palmares, para apresentação de proposta e ações a serem desenvolvidas pelo Conselho.

Segundo a Presidente Ana Maria, tudo deve estar pronto até início de junho, para ser discutido pelos conselheiros e apresentado à sociedade através de audiências públicas, via Câmara Municipal de Porto Velho.

Algumas ações, já estão em andamento, tendo em vista, já fazerem parte do calendário de atividades de algumas Secretarias, caso da Educação, da Saúde e Ação Social.

O CONEGRO, vem se reunindo com os GTS, na Fundação Iaripuna, Fim de semana, feriado e dias úteis, para dar conta da agenda, mas, não se pode deixar de cobrar de alguns conselheiros, que simplesmente desapareceram das reuniões e de suas funções, depois não reclamem.


Carlinhos Maracanã
GT/ Comunicação.
CONEGRO.


maracapvh@gmail.com
j.carlos.alves2010@bol.com.br