quinta-feira, 10 de junho de 2010

4 anos de leitura

Perguntas e respostas sobre o Leitura no Ônibus

1) O que é?
Leitura no Ônibus é um informativo cultural distribuído gratuitamente à população.

2) O que apresenta?
Apresenta temas variados: Contos; Crônicas; Gramática; História e Geografia Regional e Geral; Humor; Medicina e Saúde; Dicas; Curiosidades; Comentários; etc., além de fotos de prédios, espaços ou trabalhos de artistas de Porto Velho 3) Qual seu objetivo?
Incentivar a leitura em todos os segmentos da sociedade.

4) Como é a sua circulação?
São 10 mil exemplares a cada 15 dias (totalizando 20 mil por mês), colocados nos pontos de distribuição sempre na primeira e segunda quinzena de cada mês

5) Quais são os pontos de distribuição?
Além dos anunciantes, que recebem exemplares para seus clientes, são mais 122 pontos de distribuição entre farmácias, panificadoras, mercados, lanchonetes, entidades culturais e outros, nas seguintes localidades: Avs. 7 de Setembro e Nações Unidas (Centro); Av. Jatuarana e Campos Sales (Zona Sul); Rua José Amador dos Reis e adjacências (Zona Leste); Av. Calama (Zona Norte)

6) Qual o alcance junto ao publico?
Em média, cada exemplar é lido por 3 ou mais pessoas. Como são 2 edições quinzenais de 10 mil (20 mil mensais), o total de leitores por mês é acima de 60 mil pessoas.

7) Quantos já foram distribuídos?
O Leitura no Ônibus teve sua 1ª edição distribuída em 05 de maio de 2006. Até a edição de n° 103, que circula nesta 2º quinzena de maio/2010, foram 880 mil exemplares distribuídos (no início, as edições eram de 5 mil exemplares).

8) Quem paga os custos de criação, de edição, da impressão, da distribuição, etc.?
O Leitura no Ônibus é mantido pelo apoio cultural de empresas que, em contrapartida, têm seus anúncios publicados no mesmo 9) Informações, duvidas, anúncios, metérias, textos para publicação, etc.

Ligar para Luiz Albuquerque no fone 9205-7003, ou enviar e-mail para leituranoonibus@gmail.com

Por que foi criado o Leitura no Ônibus
É costume falar que “brasileiro não gosta de ler”. Por não acreditar nisso, o consultor comercial e escritor Luiz Albuquerque criou o Movimento Cultural “Leitura no Ônibus”, pelo qual passou a distribuir 10 mil exemplares em cada edição, à princípio semanalmente e, depois, quinzenalmente, colocando-os à disposição dos leitores em 122 pontos nas áreas comerciais das Zonas Norte, Leste, Sul e Central de Porto Velho. Com temas diversificados, que vão desde a Literatura Clássica até as Populares Piadas, o “Leitura no Ônibus”, com seus textos curtos, de linguagem simples e fáceis de ler, atraiu – e conquistou – desde leitores que já tinham a leitura como costume até aqueles que costumam dizer: “Ah!, eu não gosto de ler nada”. Hoje, baseado na experiência do “Leitura no Ônibus”, pode-se afirmar que brasileiro lê, sim. E gosta de ler! Depende só do tipo de leitura. E é comum chegar mensagens e e-mails de leitores que fazem questão de dizer que acompanham – e até colecionam – o “Leitura no Ônibus” desde o início. A cada edição aumenta o número de leitores.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

MÚSICA

SESI MÚSICA

Inscrições abertas

até 25 de junho

Este ano, esperamos uma participação ainda mais expressiva dos trabalhadores

O Departamento Regional do Serviço Social da Indústria – Sesi-RO, informa para conhecimento dos trabalhadores da indústria e seus dependentes, que até o dia 25 deste mês, estarão abertas as inscrições para o Festival Sesi Música – Edição estadual/2010.

O Festival Sesi Música é um projeto destinado exclusivamente a empresários e trabalhadores da indústria. Além deste público o Festival também contempla dependentes diretos (cônjuges e filhos). As inscrições para a edição estadual do Festival continuam abertas até 25 de junho.

Para o presidente do Sistema FIERO, Denis Baú o projeto do Festival Sesi Música está contemplado dentro do Programa Indústria Saudável e corresponde ao objetivo estratégico de incentivar aos trabalhadores das indústrias e seus dependentes a adoção de estilos de vida saudáveis.

A superintendente do Sesi/RO, Soraia Vilela ressalta a importância da necessidade de investimento em atividades de música dentro das empresas. “Trabalhando essa arte como ferramenta de promoção de qualidade de vida”. Soraia lembra que “Rondônia despontou com seus talentos já na primeira edição. Neste ano, esperamos uma participação ainda mais expressiva dos trabalhadores”, disse.

Em 2008, durante a primeira edição do Festival Nacional, Rondônia foi destaque. Apenas quatro empresas do Estado se inscreveram, entre elas a Indústria Von Rondon, do município de Cacoal. A empresa conquistou o 2° lugar na categoria interpretação, com a jovem Tâmmilis Von Rondon, filha da empresária Lindalva da Silva Souza, proprietária da indústria do ramo de confecções. Sílvio de Macedo Santos (Zé Katraca), do Jornal Diário da Amazônia, ganhou troféu especial de melhor composição e interpretação inédita.

As inscrições para o Festival Sesi Música poderão ser efetuadas nas unidades do Sesi até 25 de junho. O Festival será realizado nos dias 31 de julho e 1 de agosto de 2010, no Sesi Clube, em Porto Velho.

CULTURA

PRÊMIO

Concurso Sílvio Romero

Prêmios nos valores de R$ 13 mil e R$ 10 mil serão concedidos, respectivamente, aos dois melhores classificados no Concurso Sílvio Romero de Monografias sobre Folclore e Cultura Popular, edição 2010, cujas inscrições estão abertas até 30 de julho. Além da premiação em dinheiro, a comissão julgadora a ser criada poderá indicar até três menções honrosas.

O prêmio foi criado em 1959 e é concedido anualmente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) - do Ministério da Cultura -, por meio do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. O objetivo principal é fomentar a pesquisa, de modo a estimular a diversidade e a atualização dos trabalhos brasileiros desenvolvidos dentro desse campo de estudos.

Só podem concorrer ao prêmio monografias inéditas, com temas nas áreas da cultura popular e do folclore brasileiros. Dentre os critérios para a escolha dos melhores trabalhos estão a originalidade do tema e/ou abordagem, a contribuição ao aprofundamento da temática e à renovação dos estudos de folclore e cultura popular e, ainda, o domínio de bibliografia especializada. O trabalho inscrito poderá ser individual ou de equipe, e cada autor só poderá concorrer com uma única monografia.

Os trabalhos vencedores e as menções honrosas serão anunciados em dezembro deste ano, em data a ser posteriormente fixada. As monografias deverão ser entregues ao Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, - Rua do Catete, 179, Catete, Rio de Janeiro, RJ, CEP 22220-000 -, até às 18h do dia 30 de julho, ou remetidas pelos Correios, sob registro, até a data indicada. O carimbo de postagem será o comprovante para a observância do prazo.

Sílvio Romero - Crítico literário, ensaísta, poeta, filósofo, professor e político brasileiro, Sílvio Vasconcelos da Silveira Ramos Romero nasceu em Lagarto, no estado de Sergipe (1851-1914). Das pesquisas que realizou sobre o folclore brasileiro, resultaram os títulos O elemento popular na literatura do Brasil e Cantos populares do Brasil. Foi deputado federal pelo Partido Republicano e trabalhou na comissão de revisão do Código Civil, como relator-geral.

Mais informações: (21) 2285-0441/2285-0891, ramais 204, 214 e 215; pelo e-mail pesq.folclore@iphan.gov.br ou no site www.cnfcp.gov.br.

domingo, 6 de junho de 2010

COTAS NA UNIVERSIDADE

INFORMATIVO Nº 01 REUNIÃO DO CONSEA – 05.6.2010

Cons: Adilson Siqueira de Andrade

1. Tomei posse nessa terça-feira (02.6.2010) na plenária do Conselho Superior Acadêmico (CONSEA), depois de dois meses de espera, na ocasião, fiz o pronunciamento que segue em anexo, deixando claro que o meu mandato foi eleito pelos docentes que defendem o ensino público, gratuito e socialmente referenciado.
2. Na ordem do dia do Conselho encontravam-se 24 itens sendo 11 deles ad referendum. Dois Processos cujos temas são polêmicos – ENEN e COTAS foram incluídas como indicativo da presidência (reitoria) em caráter de urgência urgentíssima. Esses processos não passaram sequer pela discussão da Câmara de Graduação, se fossem aprovados os pedidos de urgência, urgentíssima, nenhum conselheiro poderia pedir de vistas.

O primeiro processo trata da adesão da UNIR em 100% ao processo seletivo SiSU, novo ENEN para 2011; hoje a UNIR pratica 10% desse sistema. No entanto não se tem nenhuma avaliação, sequer pelos departamentos.

O segundo processo trata de política de Ações afirmativas na UNIR, ou seja, cotas. Também nesse caso o assunto é polêmico, embora o 29º Congresso do ANDES-SN (jan/fev 2010) em Belém-Pa tenha definido a favor de cotas, a UNIR não tem discussão acumulada a esse respeito assim como em várias Universidades brasileiras. Recordo-me que em 2004, eu enquanto presidente da Câmara de Graduação com o apoio da PROGRAD realizamos um debate interno e só.

Apenas no primeiro processo (SiSU) existe uma justificativa da reitoria, sem, contudo tratar o tema como uma análise que pudesse demonstrar a sua viabilidade. No segundo processo foi anexado o indicativo da PROCEA/PROGRAD, também sem análise, mas que demonstrar apenas pressa na aprovação. Senão vejamos na proposta de Resolução estabelece: 40% das vagas destinados a candidato(a)s negros – pretos e partos; 4% para indígenas; 4% para candidato(a)s agricultores(as) familiares; 42% das vagas ofertadas nos cursos da UNIR à concorrência universal. Não trata na Resolução sobre alunos de escolas públicas. Pergunta-se de onde foram retirados esses percentuais, quais os critérios utilizados para se elaborar essa proposta, como base em que estudos realizados no estado de Rondônia tiveram como base? Não quero crer que isso se trate apenas de um casuísmo eleitoral para o governo e seus aliados, pois esse tema é antigo.

Eu juntamente com alguns conselheiros, como o professor Jorge nos posicionamos contrária ao pedido de urgência urgentíssima. Submetido a votação foi rejeitado o pedido de urgência urgentíssima. No primeiro processo que trata do SiSU novo ENEN foi concedido vistas aos conselheiros: Adilson Siqueira, Jorge Coimbra, Raitane e Maciel; no segundo processo que trata de COTAS foi concedido vistas aos conselheiros: Jorge Coimbra, Adilson Siqueira e Maciel. Cada um dos conselheiros segundo o Regimento do Conselho dispõe de 72h para dar um parecer, podendo se assim entender baixar diligência, sem, contudo contar com essas 72 horas.

Também pedi vistas do Projeto Político-Pedagógico do Curso de Administração pública à distância (Departamento de Administração de Porto Velho) a fim de obter maiores informações do que realmente se trata.

Encaminhamentos

- No final da plenária ficou combinado que na próxima segunda-feira, dia 07/6/10, das 9h às 12h haverá uma reunião ampliada coordenada pelos conselheiros que solicitaram vistas com o objetivo de discutir os temas ENEN e cotas e apresentarem um parecer com maiores esclarecimentos a fim de permitir um entendimento maior pelos conselheiros. Foram convidados todos os conselheiros, Pró-reitorias a fins, lideranças dos movimentos sociais que vem defendendo a inclusão (indígenas, negros, escolas públicas) bem como foi convocada a Comissão Permanente de Processo Seletivo de Discentes (CPPSD) para se fazer presente.

- Em reunião na sexta-feira, 04/6/10 com a diretoria da ADUNIR ficou acertado que a mesma irá convocar uma reunião de urgência para 10/6/10 às 9h no auditório do Núcleo de Ciências Humanas, aberta para que oportunize a categoria docente e os chefes de departamentos a se posicionarem a respeito dos dois itens (SiSU/ENEN e Cotas). Também estará verificando a possibilidade de trazer a professora Betânia Leite Ramalho da UFRN com o objetivo de trazer a experiência daquela Universidade.

3. Foram aprovados os ad referendum do Plenário

- Mestrado Acadêmico em Estudos Africanos e Afrodiaspóricos;

- Mestrado Profissional em Saúde e Ambiente;

- Mestrado Profissional em Ensino em Ciências da Saúde;

- Mestrado Profissional em Letras;

- Mestrado Profissional em Educação Escolar

Devo informar que votei abstenção em todos esses ad referendum, por entender que a UNIR deveria antes de aprovar essa modalidade de mestrado, ou seja, mestrados profissionais, definir uma política pedagógica que resgate o seu verdadeiro rumo que é garantir o ensino público, gratuito e socialmente referenciado e dar ênfase nos mestrados e doutorados acadêmicos para que possa resgatar o seu verdadeiro papel: ensino pesquisa e extensão. Alguns desses cursos aprovados permitirão a docência o que poderiam se converter em mestrados acadêmicos. Embora os mesmos garantam a gratuidade para o aluno/a, por se tratar de um edital público, essa modalidade “mestrado profissional” permite a cobrança de mensalidade. Isso pode ser um portal para aquele defendem as oportunidades que o governo oferece.

Também foram aprovados os ad referendum:

- Projeto do curso de residência multiprofissional em saúde mental;

- Criação do Centro de Estudos de Biomoléculas Aplicadas à Medicina;

- Credenciamento dos professores Abel Sidney de Souza (Departamento de Línguas Vernáculas).

5. Foram rejeitados os seguintes ad referendum

- Credenciamento dos professores: Fairuse Moreira Rodrigues, João Francisco Pinheiro de Oliveira, por entender que o processo não foi sequer apreciado pelo Conselho de Campi (Cacoal).

- Suspensão dos processos de revalidação de diploma estrangeiro de medicina, porém foi autorizada a se proceder uma nova redação.

COTAS NA UNIVERSIDADE

sábado, 5 de junho de 2010

Isso é muito sério!

REPASSO com a certeza que devemos fazer isso.

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata- se de um Brasil que a gente não conhece.


As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.

Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra.

Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro.. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo.

Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando- se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.

(Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.


Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.



Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas
japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...



Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: E os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:



'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'.



A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo
objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático). .. Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.

Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO..



Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal,... saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho.

Será que podemos fazer alguma coisa???

Acho que sim.



Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.

Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.Patog. FMRP - USP

MULHER, MULHER

Um homem Inteligente Falando das Mulheres

O desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está a fêmea da espécie humana.

Tenho apenas um exemplar em casa,que mantenho com muito zelo e dedicação, mas na verdade acredito que é ela quem me mantém. Portanto, por uma questão de auto-sobrevivência, lanço a campanha 'Salvem as Mulheres!'
Tomem aqui os meus poucos conhecimentos em fisiologia da feminilidade a fim de que preservemos os raros e preciosos exemplares que ainda restam:

Habitat

Mulher não pode ser mantida em cativeiro. Se for engaiolada, fugirá ou morrerá por dentro. Não há corrente que as prenda e as que se submetem à jaula perdem o seu DNA. Você jamais terá a posse de uma mulher, o que vai prendê-la a você é uma linha frágil que precisa ser reforçada diariamente.

Alimentação Correta

Ninguém vive de vento. Mulher vive de carinho. Dê-lhe em abundância. É coisa de homem, sim, e se ela não receber de você vai pegar de outro. Beijos matinais e um 'eu te amo' no café da manhã as mantém viçosas e perfumadas durante todo o dia. Um abraço diário é como a água para as samambaias. Não a deixe desidratar. Pelo menos uma vez por mês é necessário, senão obrigatório, servir um prato especial.

Flores também fazem parte de seu cardápio - mulher que não recebe flores murcha rapidamente e adquire traços masculinos como rispidez e brutalidade.

Respeite a Natureza

Você não suporta TPM? Case-se com um homem. Mulheres menstruam, choram por nada, gostam de falar do próprio dia, discutir a relação? Se quiser viver com uma mulher, prepare-se para isso.


Não Tolha a sua Vaidade
É da mulher hidratar as mechas, pintar as unhas, passar batom, gastar o dia inteiro no salão de beleza, colecionar brincos, comprar muitos sapatos, ficar horas escolhendo roupas no shopping. Entenda tudo isso e apoie.


Cérebro Feminino não é um Mito


Por insegurança, a maioria dos homens prefere não acreditar na existência do cérebro feminino. Por isso, procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente o aposentaram!). Então, agüente mais essa: mulher sem cérebro não é mulher, mas um mero objeto de decoração. Se você se cansou de colecionar bibelôs, tente se relacionar com uma mulher. Algumas vão lhe mostrar que têm mais massa cinzenta do que você. Não fuja dessas, aprenda com elas e cresça. E não se preocupe, ao contrário do que ocorre com os homens, a inteligência não funciona como repelente para as mulheres.


Não faça sombra sobre ela


Se você quiser ser um grande homem tenha uma mulher ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ela brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ela estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda.


Aceite: mulheres também têm luz própria e não dependem de nós para brilhar.
O homem sábio alimenta os potenciais da parceira e os utiliza para motivar os próprios. Ele sabe que, preservando e cultivando a mulher, ele estará salvando a si mesmo.



E meu amigo, se você acha que mulher é caro demais, vire gay.

Só tem mulher quem pode.