quarta-feira, 6 de outubro de 2010

ESCOLA DE SAMBA EMPRESA

Comissão de Frente:
É a apresentação da empresa. Onde a sincronia do trabalho, simpatia e o profissionalismo, faz com que a boa imagem da empresa, transmita a todos confiança.

Fantasia:
É acreditar no potencial da empresa, e usando de inovações e ousadia fazê-la progredir e crescer com criatividade.

Evolução:
É o movimento que a empresa faz de provocar o público, fazer com que ele se entusiasme pelo produto. Cada funcionário também tem o comprometimento pela evolução e resultados da empresa, assim causando o seu maior desenvolvimento.

Mestre Sala e Porta Bandeira:
São os dirigentes da empresa. Quando lideram com confiança, eles conseguem credibilidade e respeito perante os funcionários e o mercado de trabalho.

Bateria:
É o que chamamos de equilíbrio do ambiente de trabalho. Sentimento de motivação para a superação de novos desafios, dando o ritmo em todos os setores da empresa.

Alegoria e Adereços:
Para que alcancemos os nossos objetivos devemos sempre lembrar da principal função da empresa e com motivação dada pelo agradável ambiente de trabalho, o desenvolvimento das funções que cabem a cada individuo serão alcançadas com máximo êxito.

Enredo:
É o planejamento estratégico, quando se define a missão da empresa e de cada um de seus componentes. Para alcançar sucesso e satisfação de seus clientes é necessário que toda a equipe esteja a par dos objetivos da empresa e saiba qual a sua responsabilidade.

Harmonia:
Todos têm que seguir o mesmo ritmo, pois não adianta lutar somente pelos próprios interesses, por que se algo vai mal todos perdem com isso. Portanto, o trabalho em conjunto e preocupação com o resultado final, é fundamental para uma equipe de sucesso.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

AGUARDADO

LIVRO

Dom Xavier - Apóstolo do Guaporé

A professora Isabel Assunção, de Guajará-Mirim, está finalizando um livro que vai retratar a vida e a obra missionárias do bispo Dom Francisco Xavier Rey, que durante mais de 30 anos trabalhou na região da fronteira Brasil-Bolívia e ficou conhecido ali como "Apóstolo do Guaporé", atuando não só no aspecto religioso, mas, também, nas áreas de cultura, educação e saúde.

A pesquisa da professora Isabel Assunção vai além do trabalho religioso desenvolvido por Dom Rey desde 1932, quando ele chegou, ainda como padre, à região de Guajará-Mirim, integrando-se à comunidade na qual exerceu grande influência, incluindo aí o fortalecimento da maior festa cultural-religiosa do Estado, a Festa do Senhor do Divino Espírito Santo, realizada nas comunidades brasileiras e bolivianas ao longo da fronteira, desde 1894.

Durante seu trabalho Dom Rey, verificando a necessidade de pessoas para atender como professoras e na área de enfermagem, e que atuassem como lideranças nas pequenas vilas ao longo da bacia do Mamoré/Guaporé, ele convenceu os pais de um grupo de meninas a deixar que elas se mudassem para um internato em Guajará, aonde estudaram e foram depois devolvidas a suas casas para atuar como lideranças comunitárias.

As meninas passaram a ser chamadas, então, de "filhas do bispo". Dona Isabel era uma delas, juntamente com outras jovens: Lídia, Estela, Eleotéria, Eremita, Antonia, Paula, Maria de Jesus, Albertina, Belmira, Inocência e Verena. Segundo narra a matriarca Estela Madeira Casara em "A Mulher em Rondônia - de Tereza de Benguela à Coronel Angelina", o grupo era rigidamente vigiado pelas freiras do colégio "Santa Terezinha".

No livro dona Estela cita: "No internato a vida era dura. Saídas eram poucas e mesmo assim tinha de ser todas juntas, em fila, para dar uma volta na única praça da cidade, ir à igreja ou a uma atividade religiosa". Em entrevista ao projeto "Testemunha da História", citado no mesmo livro, dona Estela ainda lembrou que apesar de toda fiscalização das irmãs as meninas conseguiam manter contato com rapazes, mas que "não como esses namoros de hoje", mas através de cartas e bilhetes, algumas vezes "contrabandeados" por colegas não internas.

Esperado com grande expectativa por parte dos que atuam na pesquisa histórica rondoniense, com especialidade fatos e personagens que aconteceram na região dos Rios Mamoré/Guaporé, o livro da professora Isabel Assunção virá, com certeza, numa boa hora, para que se possa entender melhor a luta dos que viveram e vivem naquela área do Estado.

ANIVERSÁRIO

Fundação Iaripuna convoca os talentos de RO para o I Festival de Música do Servidor Público Municipal
¬A prefeitura de Porto Velho, através da Fundação Cultural Iaripuna, com apoio da secretaria municipal de administração (Semad), realizará dia 28/10, o 1º Festival de Música do Servidor Público municipal.
Segundo o presidente da Fundação Cultural Iaripuna, Altair dos Santos (Tatá, foto), as inscrições começam nesta sexta-feira (01/10) e quem quiser mostrar seu talento deve procurar a coordenação pelos telefones 3901-3265/3901-3651. Outras informações podem ser obtidas através do e-mail -culturaparatodos.iaripuna@gmail.com ou no site da prefeitura.
As eliminatórias serão realizadas no Mercado Cultural e a final na casa de show Talismã 21, com uma grande festa em homenagem aos funcionários pela passagem do Dia do Servidor Público, em 28 de outubro. "Nosso intuito é revelar os talentos internos da prefeitura. Esperamos também que seja um momento de interação entre os servidores", ressaltou Tatá.
De acordo com a organização do festival, os participantes vão dispor de toda a estrutura necessária: palco, som, iluminação e acompanhamento de músicos profissionais com os instrumentos necessários. Além disso, os concorrentes serão avaliados por uma comissão julgadora convidada pela organização do festival, formada por jurados ligados à música. "Com esse festival, mostraremos a sensibilidade do servidor público, a descoberta de novos talentos, com oportunidades para o servidor público expressar a sua criatividade", disse Tatá.
Segundo Berenice Simão, vice-presidente da Fundação Iaripuna, nesta sexta-feira (01/10) a comissão organizadora do evento se reunirá para definir pontos importantes como premiação e etapas eliminatórias. "Até segunda-feira (04/10) todos os detalhes estarão acertados", disse Berenice.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

PORTO DO VELHO

Histórias do menino barrigudo

Por Silvio Santos

Saqueieirooo! Saqueieirooo! Assim “Barrigudo” levava a vida na Feira Livre que existiu no local onde hoje funciona o Mercado Central, no quadrilátero formado pelas ruas Farquar, Euclides da Cunha, Henrique Dias e Travessa Renato Medeiros. O grito de saqueieiro era praticado por todos os meninos que vendiam saco feito de folha de saco cimento na Feira Modelo, esse era o nome da Feira Livre inaugurada em Porto Velho em meado da década de 1950.

Barrigudo começou suas atividades como vendedor de saco, carregador de água para as banqueiras, vendedor de mingau e outras coisas, assim que sua mãe ficou viúva e para sustentar os filhos, colocou banca de venda de comida na Feira Livre que existia em frente ao Mercado Municipal (hoje Mercado Cultural) pelo lado do palácio do governo.

Quando o governo resolveu inaugurar oficialmente o palácio em 1954, a feira foi transferida para um galpão construído no espaço que ficava entre o Clube Internacional (Hoje Ferroviário) e o prédio da Usina que pertencia ao Serviço de Água, Luz e Força do Território Federal de Rondônia - SALFT (hoje é a sede da Ceron/Eletrobrás). A rua existente ali ficou conhecida como rua do Coqueiro hoje é a Euclides da Cunha.

A feira livre naquele local era provisória, pois a prefeitura estava construindo o local definitivo ao lado de uma dos casarões da Estrada de Ferro Madeira Mamoré que ficava nos fundos do recém inaugurado Prédio do Relógio.

Acontece que nesse ínterim, a mãe de Barrigudo, juntamente com outras pessoas, conseguiu licença junto à direção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré e constuiu uma casa bem em frente da Feira Modelo pela rua Farquar.

A Feira Modelo só funcionava de 5ª feira ao meio dia de sábado. Quinta feira a tarde chegava o Trem da Feira que vinha com produtos dos agricultores que moravam ao longo da via férrea entre o KM 25 (Teotônio) até Porto Velho. Sexta feira era vez de chegar a Lancha do Beiradão do que vinha com os produtos dos agricultores que moravam entre São Carlos e Porto Velho. “A gente pegava carreto para transportar cachos de banana, saco de carvão e outros produtos do trem ou da lancha para a Feira” conta Barrigudo acontece que no percurso para feira ele ia tirando banana da palma e deixando no chão, enquanto um comparsa previamente combinado, ia juntando. “Aquelas bananas a gente botava para amadurecer e vendia”. Muito “peralta” Barrigudo não deixava escapar nada. Sempre estava procurando confusão com os meninos que apareciam pela feira. Os comerciantes que tinha boxe sabendo que Barrigudo não enjeitava nenhuma parada, quando viam um menino estranho no pedaço, ofereciam Cinco Cruzeiros (Barão do Rio Branco) se o Barrigudo tivesse coragem de dar um tapa no intruso. Barrigudo não contava conversa, ia lá Pou! Voltava e recebia a grana.

Os quintais das casas daquela vila que ficava em frente à feira pela Farquar, quando era o tempo das praias, nos meses de agosto setembro, eram alugados aos “Condutores” da EFMM para servir de depósito de tartaruga e tracajá que vinha de Guajará Mirim para serem vendidos em Porto Velho. O condutor que alugava o quintal da casa do barrigudo era o Armando Holanda conhecido como “Periquito”. Barriguda durante a noite riscava um palito de fósforo perto do nariz da tartaruga que morria asfixiada. Na manhã seguinte Periquito chegava e queria saber se alguma tartaruga havia morrido e Barrigudo ia direto naquele que ele Havaí asfixiado na noite anterior e então Periquito ordenava que ele jogasse a “bicha” fora. No meio do mato Barrigudo abria o peito da tartaruga e retirava os ovos que eram vendidos na feira.

O menino cresceu, estudou se formou, aprendeu a arte da tipografia nas oficinas do jornal Alto Madeira foi trabalhar como radialista na Rádio Caiari, passou pelos jornais A Tribuna, onde se transformou em Zé Katraca, foi para O Guaporé, Estadão e há 17 anos, é integrante da família Diário da Amazônia e continua Barrigudo.

sábado, 25 de setembro de 2010

104 ANOS DE SAMBA

NA SOMBRA DO SAMBA.


No dia o4 de novembro completam 104 anos de Samba, Waldemir Pinheiro da Silva e Antônio Campos, ou Cabeleira e Bainha.

Dos grandes nomes do samba que criaram e mantiveram a história do ritimo genuinamente brasileiro, depois da criação da Escola de Samba Os Diplomatas, junto com mais um monte de ambas, cada um sai para dar continuidade em outras Escolas.

Bainha, foi para o Caiari e depois, foi para o Asfaltão, Escola de tradição, até por ter vários membros da mesma família na coordenação colaborou e continua emprestando sue conhecimentos a agremiação.

Cabeleira, saiu da Diplomatas e foi para a Escola Armário Grande, que se reunia no bairro Olaria e depois se mudou para a zona sul, quando o grande sambista foi morar no na área.

Mestre Sala de sucesso, hoje ensina aos mais jovens a arte de se apresentar o pavilhão da Escola, tanto para os mestres, como para as Porta-Bandeira, é sobre o olhar crítico do mestre que os ensaios acontecem na Verde e Branco.

Compositor de mão e versos cheios, Bainha permanece vivo no mundo do samba, autor de sambas, lembrados até hoje nas rodas, nos faz sempre lembrar de alguns dos seus sambas campeões.

Bainha e Cabeleira, NA SOMBRA DO SAMBA, 104 anos de dança e ritimo.

Estou trabalhando junto a Fundação Iaripuna, para a realização deste espetáculo, o local seria o Mercado Cultural, o dia 06 de Novembro (sábado), a hora 21 h, com a participação de vários convidados.

O Show está sendo escrito por mim, Ênio Castiel e Tatá, constam de gravação: depoimentos, exposição, entre outras,

Estamos abertos para sugestões e principalmente parceiros e patrocinadores.
Os contatos podem ser feitos pelos fones; 9971-5084 --- 8472-2366, Com Carlinhos Maracanã.


Carlinhos Maracanã
Agitador Cultural

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

MINHA PORTELA

Portela corta um samba na terceira eliminatória da chave branca

Portela corta um samba na terceira eliminatória da chave branca

A Portela cortou um samba que se apresentou, na noite da última sexta-feira, pela chave branca. A parceria dos compositores Gaúcha da Portela, Evandro de Irajá, Luperce Miranda Filho e Jurandir foi eliminada da disputa.
Cinco obras prosseguem na competição pela chave branca, que tem nova eliminatória na próxima sexta-feira(24), a partir das 22h.

Confira as parcerias classificadas:

* Edson Batista / Leonardo Batista;
* Carlinhos Madureira / Paulo Formigão / J.C. Coelho / Serginho Many;
* David Corrêa / Grilo / Peniche / Gilmar / Jair Pqd;
* Noca da Portela / Bandeira Brasil / Alexandre Fernandes / Claudinho Oliveira / Márcio Ferraz;
* Serginho Procópio / Celso Lopes / Charles Andre / João Carlos Filho / Marquinhos De Oswaldo Cruz;

O enredo da Portela para 2011 é “ Rio,azul da cor do mar”, que é desenvolvido pelo carnavalesco Roberto szanieski.

ERNESTO E A FINA FLOR DO SAMBA

Caros amigos,



1. Como já é sabido, o novo formato do Projeto Cultural “Ernesto Melo e A Fina Flor do Samba” privilegia toda sexta-feira, no horário nobre das 22:30 às 23:30hs, uma participação especial, prata da casa, onde o Projeto busca valorizar nossos artistas consagrados, entusiasmar novos Grupos Musicais, novos músicos, novos intérpretes e recebendo, vez por outra, a “canja” de artistas de renome nacional em trânsito ou show em Porto Velho;



2. Nosso pontapé inicial deu-se com o consagrado Dunga, cantor e compositor carioca que abrilhantou a A Fina Flor do Samba na noite de sexta, 28 de maio passado, cantando seus sucessos como “Sabiá Laranjeira” e “Sem Pintura”. Tivemos, também, em agosto passado, dia 6, a presença do maior compositor do Brasil, Carlos Colla e, no último dia 03, recebemos nada mais, nada menos, que o talento de Royce do Cavaco. Na prata da casa, não ficamos atrás, apresentando shows com Mestre Bainha, Silvio Santos, Grupo Kizomba, Ênio Melo, Torrado, Grupo Guaporé e tantos outros do melhor quilate;



3. Dessa forma, solicitamos a Vossa Senhoria divulgar a nossa atração de sexta-feira próxima, 24 deste mês, no Projeto A Fina Flor do Samba, a presença do Grupo TÁ NA ÁREA, que interpreta o melhor do nosso samba autêntico, com pérolas de João Nogueira, Paulinho da Viola, Martinho da Vila e tantos outros.



Grato pelo apoio,