Consulta pública. Debatedores em discussão durante evento no Itaú Cultural, na segunda; lei vai ao Congresso em 14 dias
Ontem, em Salvador, foi o dia de Ivete Sangalo, Daniela Mercury e Margarete Menezes receberem emissários do Ministério da Cultura (MinC). Hoje, às 19 h, no Rio, os representantes de Chico Buarque, Roberto Carlos, Caetano Veloso, Marisa Monte, Adriana Calcanhotto, Zeca Pagodinho, Vanessa da Matta, Paralamas, Ana Carolina e Lenine sabatinam representantes do governo. Na sexta, o MinC já tinha sido inquirido por Roberto Frejat, Jards Macalé e Fernanda Abreu, também no Rio.
Está circulando freneticamente pelo País a "Escolinha do Direito Autoral". O PIB artístico da MPB está convocando seus pares para reuniões com representantes do Ministério da Cultura com o intuito de conhecer detalhes da nova Lei do Direito Autoral, que está em fase de consulta pública, recebendo contribuições e sugestões.
A nova legislação tem angariado simpatias de grande parte do mundo artístico, mas também causa divisões curiosas. Por exemplo: o ex-ministro Gilberto Gil é amplamente favorável à reforma da Lei de Direitos Autorais. Já a mulher dele não está tão convencida. "Flora gostaria muito de contar com a sua participação no encontro que será realizado com Marcos Souza e José Herência, ambos do Ministério da Cultura, para esclarecimentos por parte do MinC sobre as alterações propostas na Lei Autoral", dizia o e-mail em que a empresária Flora Gil convocava na semana passada os representantes de Chico, Caetano, Roberto Carlos, Marisa Monte, Zeca e outros artistas para um debate na Gege Produções, na Estrada da Gávea, hoje, às 19 horas.
"Ninguém está fugindo ao debate. Afinal, vivemos numa democracia ou o quê?", dizia Ivan Lins em declaração escrita lida por um integrante do debate O Autor, o Artista e o Direito Autoral, no Itaú Cultural, em São Paulo, na segunda-feira. "As entidades devem proteger o autor, e não a elas", continuava Lins, a propósito da nova legislação. Mas, na plateia, Vitor Martins, maior parceiro de Ivan, mostrava-se cético em relação às propostas do governo.
Com posição francamente contrária à revisão da legislação (9.610/98), a Associação Brasileira de Música e Artes (Abramus) e outras 23 entidades criaram o Comitê Nacional de Cultura e Direitos Autorais (CNCDA) para alertar sobre "o risco de estatização dos direitos autorais e do sistema de arrecadação". A criação do comitê contou com o apoio dos cantores Paulo Ricardo, Danilo Caymmi, Walter Franco e Juca Chaves.
A criação do CNCDA foi considerada, em sua fundação, em abril, uma "ação política" para definir "futuras estratégias contra a estatização dos direitos autorais". O presidente da Abramus, Roberto Correa de Mello, busca mobilizar "criadores de todas as áreas para reivindicar seus desejos e buscar a manutenção de seus direitos", nem que seja na Justiça.
"O espírito da legislação é justamente tirar o direito autoral do território judicial. Hoje, tudo parece que tem de virar ação judicial, processo, litígio, e isso tem que mudar", disse José Luiz Herência, secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura. "Não há nada que signifique estatização nesse projeto. É uma bobagem sem tamanho, coisa de gente que não confia na capacidade de se debater democraticamente."
Herência diz que vê uma "falsa polarização" de alguns setores contra os músicos, e que a abrangência da nova lei é maior do que o debate atual tem mostrado. "A lei atual é omissa em relação a diversos setores, que não se reconhecem no texto vigente. Roteiristas, maestros, arranjadores: todos padecem de uma série de desequilíbrios que a legislação atual permite", considerou. Segundo o dirigente, o projeto "não quer acabar com o Ecad, até porque isso não é possível", e que essa leitura é "maniqueísta".
"Nós sabemos que nossos direitos não são respeitados (na atual legislação)", disse Eneida Soller, presidente do Conselho Brasileiro de Entidades Culturais. Eduardo Saron, do Instituto Itaú Cultural, vê o debate com bons olhos. Segundo Saron, o princípio é democrático. "Se fosse por Medida Provisória, seria uma catástrofe. Mas está sendo por meio de consulta pública, que é um ótimo instrumento."
A menos que haja uma protelação de prazo, a nova Lei do Direito Autoral termina sua fase de consulta pública no dia 28. Em seguida, vai ao Congresso Nacional - anteontem, o governo acenou com a possibilidade de que a discussão se estenda por mais 45 dias. O MinC diz que pretende obter "amplo consenso" antes de levar o texto ao Congresso.
Durante simpósio no Itaú Cultural, que começou na segunda-feira, o governo distribuiu uma cartilha respondendo às acusações mais frequentes que a lei tem sofrido desde sua apresentação, em maio. "O Brasil é caso único na América Latina e no grupo de países com os 20 maiores mercados de música do mundo que não possui estruturas administrativas estatais para supervisionar as associações de gestão coletiva", diz o texto, que defende a criação de um escritório estatal de fiscalização das entidades arrecadadoras (o Instituto Brasileiro do Direito Autoral, Ibda).
PARA ENTENDER
Entre as principais mudanças que trará a nova legislação de Direito Autoral, estão:
1. Cópia legal. A proposta recupera a cópia privada (a possibilidade de fazer uma reprodução legal de uma obra que tenha sido legitimamente adquirida, para uso privado); hoje, até quem baixa música no iPod está fora da lei;
2. Instituto. A lei cria uma instância estatal, o Instituto Brasileiro de Direito Autoral (IBDA), que vai supervisionar as entidades arrecadadoras e mediar e arbitrar conflitos;
3. Fair use. Pela lei, quando não houver interesse dos titulares de obras em reeditar seus trabalhos, o Estado poderá promover essas reedições (é uma versão do fair use americano, que permite o uso de material protegido por direitos autorais para uso educacional, por exemplo);
4. Arrecadação. As associações de arrecadação do direito autoral continuam funcionando da mesma forma que hoje, mas terão de prestar contas ao IBDA e seus dirigentes poderão ter os bens confiscados se houver inadimplência de suas obrigações.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
FINA FLOR DO SAMBA / AGENDA
AGENDA DE PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
HORÁRIO 22:30 às 23:30 hs.
SEXTA-FEIRA
DIA
A T R A Ç Ã O E S P E C I A L
28.05.2010
DUNGA, COMPOSITOR CARIOCA .............. OK
04.06.2010
JESUÁ JONHSON, O BUBÚ ............................. OK
11.06.2010
CHICO DE ASSIS .............................................. OK
18.06.2010
MESTRE BAINHA ........................................... NÃO
25.06.2010
BETO CEZAR ................................................... OK
02.07.2010
ORISMILDE KABEÇA ................................... NÃO
09.07.2010
TORRADO .......................................................... OK
16.07.2010
MESTRE BAINHA ..........................................
23.07.2010
GRUPO KIZOMBA .........................................
30.07.2010
SILVIO SANTOS .............................................
06.08.2010
ÊNIO MELO .....................................................
13.08.2010
GRUPO SEM MODERASOM ........................
20.08.2010
GRUPO GUAPORÉ .........................................
27.08.2010
CABO SENA e COIMBRA ..............................
03.09.2010
ALCIRÉIA (a confirmar)
10.09.2010
PRISCILA (a confirmar)
17.09.2010
JOÃO CARTEIRO (a confirmar)
24.10.2010
ORISMILDE KABEÇA (a confirmar)
29.10.2010
GRUPO CELEBRIDADE ..................................
05.11.2010
GRUPO SABOR DE SAMBA (a confirmar) ....
12.11.2010
CARLOS PERITO ..............................................
19.11.2010
26.11.2010
03.12.2010
10.12.2010
17.12.2010
24.12.2010
31.12.2010
HORÁRIO 22:30 às 23:30 hs.
SEXTA-FEIRA
DIA
A T R A Ç Ã O E S P E C I A L
28.05.2010
DUNGA, COMPOSITOR CARIOCA .............. OK
04.06.2010
JESUÁ JONHSON, O BUBÚ ............................. OK
11.06.2010
CHICO DE ASSIS .............................................. OK
18.06.2010
MESTRE BAINHA ........................................... NÃO
25.06.2010
BETO CEZAR ................................................... OK
02.07.2010
ORISMILDE KABEÇA ................................... NÃO
09.07.2010
TORRADO .......................................................... OK
16.07.2010
MESTRE BAINHA ..........................................
23.07.2010
GRUPO KIZOMBA .........................................
30.07.2010
SILVIO SANTOS .............................................
06.08.2010
ÊNIO MELO .....................................................
13.08.2010
GRUPO SEM MODERASOM ........................
20.08.2010
GRUPO GUAPORÉ .........................................
27.08.2010
CABO SENA e COIMBRA ..............................
03.09.2010
ALCIRÉIA (a confirmar)
10.09.2010
PRISCILA (a confirmar)
17.09.2010
JOÃO CARTEIRO (a confirmar)
24.10.2010
ORISMILDE KABEÇA (a confirmar)
29.10.2010
GRUPO CELEBRIDADE ..................................
05.11.2010
GRUPO SABOR DE SAMBA (a confirmar) ....
12.11.2010
CARLOS PERITO ..............................................
19.11.2010
26.11.2010
03.12.2010
10.12.2010
17.12.2010
24.12.2010
31.12.2010
SAMBA DE RAIZ
A FINA FLOR DO SAMBA
Por:Beto Ramos
Ernesto Melo e A Fina Flor do Samba é um projeto que busca o resgate da nossa história através da música. Tem o objetivo de levar ao público composições de nossos compositores, que sobem ao palco acompanhados de músicos experientes. Todos os músicos estão na estrada há muito tempo, trilhando este caminho árduo, porém encantador de fazer de nossa cultura a voz do nosso povo.
O projeto é coordenado por Ernesto Melo “ O POETA DA CIDADE “, e atualmente é levado ao público no Mercado Cultural, com apoio da Fundação Cultural Iaripuna, todas as sextas feira a partir das 20:00 h. Com um novo formato, o Projeto Cultural A Fina Flor do Samba privilegia toda sexta-feira, no horário nobre das 22:30 às 23:30hs, uma participação especial, prata da casa, onde o Projeto busca valorizar nossos artistas consagrados e entusiasmar novos Grupos Musicais, novos músicos e novos intérpretes; Nosso pontapé inicial deu-se com o consagrado Dunga, cantor e compositor carioca que abrilhantou a A Fina Flor do Samba na noite de sexta, 28 de maio passado, cantando seus sucessos como “Sabiá Laranjeira”, “Sem Pintura”, e tantos outros;
Os componentes:
Ernesto Melo,Oscar, Karatê, Sérgio Ramos, Ênio Antônio Serpa do Amaral (Basinho), Beto Ramos, Sílvio Santos, Cristovão, Walber, Coimbra, Bainha.
Nosso objetivo é manter viva a nossa história através da música e o resgate do nosso centro histórico. Com esta iniciativa, pretendemos abrir caminhos para novos talentos, contribuindo assim para a afirmação da força e da renovação do samba em Porto Velho. A poesia de Ernesto Melo “O POETA DA CIDADE “, é facilmente absorvida pelo grande público. Ainda que existam muitos sambas e bambas, o que se quer com o projeto, é mostrar que podemos fazer um trabalho excelente tanto na praça quanto no Mercado Cultural. O grande público absorveu e compreendeu a finalidade do projeto. Nosso público é fiel e sempre prestigia os eventos das sextas feira.
O samba tem história. Existe muita gente fazendo samba para que ele se perpetue. É importante perceber que existe um samba contemporâneo de qualidade, e que busca sempre ajudar o crescimento de nossa cultura e levar ao grande público, principalmente aos jovens, a história em músicas e versos de nossa querida Porto Velho.
“Quem faz samba presta homenagem, purifica o ser.
Força a coragem para enfrentar qualquer cruz.
No breu da noite, faz brotar a luz”.
Neste instante há certamente um sambista compondo um samba novo em algum lugar.
O talento precisa ser valorizado e prestigiado.
Precisamos ter o mínimo de condições para podermos oferecer ao público um som de qualidade, e desta forma satisfazer o desejo de nossa gente de ouvir a poesia de Ernesto, o surdo, tamborim, pandeiro, reco-reco, violão e cavaquinho.
Expor o artista e a sua obra, fazendo com que o espectador seja “tocado” pelas composições, é uma das motivações desse Projeto.
Voltamos a dizer, o talento precisa ser valorizado e prestigiado.
Cruzamos a rua e deixamos a Praça Getúlio Vargas, mas todas as sextas vamos sentindo saudade da simplicidade do nosso som, mas com uma qualidade que só quem é do ramo pode compreender. Há um ano estamos na calçada do Mercado Cultural. Começamos com uma mesa e oito pessoas. Talvez hoje, mais de uma centena de pessoas prestigiem Ernesto Melo e a Fina Flor do Samba.
E por fazermos parte do calendário de cultura do Município de Porto Velho e fazermos parte da formação cultural da nossa gente, principalmente dos nossos jovens, é que gostaríamos de agradecer o incentivo do nosso público e dos gestores de nossa cultura. Mas também fica o nosso protesto pela falta de respeito em alguns momentos ao talento das pessoas que fazem acontecer. São os nossos impostos que precisam ser investidos também em cultura. Defendemos a nossa aldeia, e esta é a nossa bandeira: “ O SAMBA. ”
Diz a lenda.
Por:Beto Ramos
Ernesto Melo e A Fina Flor do Samba é um projeto que busca o resgate da nossa história através da música. Tem o objetivo de levar ao público composições de nossos compositores, que sobem ao palco acompanhados de músicos experientes. Todos os músicos estão na estrada há muito tempo, trilhando este caminho árduo, porém encantador de fazer de nossa cultura a voz do nosso povo.
O projeto é coordenado por Ernesto Melo “ O POETA DA CIDADE “, e atualmente é levado ao público no Mercado Cultural, com apoio da Fundação Cultural Iaripuna, todas as sextas feira a partir das 20:00 h. Com um novo formato, o Projeto Cultural A Fina Flor do Samba privilegia toda sexta-feira, no horário nobre das 22:30 às 23:30hs, uma participação especial, prata da casa, onde o Projeto busca valorizar nossos artistas consagrados e entusiasmar novos Grupos Musicais, novos músicos e novos intérpretes; Nosso pontapé inicial deu-se com o consagrado Dunga, cantor e compositor carioca que abrilhantou a A Fina Flor do Samba na noite de sexta, 28 de maio passado, cantando seus sucessos como “Sabiá Laranjeira”, “Sem Pintura”, e tantos outros;
Os componentes:
Ernesto Melo,Oscar, Karatê, Sérgio Ramos, Ênio Antônio Serpa do Amaral (Basinho), Beto Ramos, Sílvio Santos, Cristovão, Walber, Coimbra, Bainha.
Nosso objetivo é manter viva a nossa história através da música e o resgate do nosso centro histórico. Com esta iniciativa, pretendemos abrir caminhos para novos talentos, contribuindo assim para a afirmação da força e da renovação do samba em Porto Velho. A poesia de Ernesto Melo “O POETA DA CIDADE “, é facilmente absorvida pelo grande público. Ainda que existam muitos sambas e bambas, o que se quer com o projeto, é mostrar que podemos fazer um trabalho excelente tanto na praça quanto no Mercado Cultural. O grande público absorveu e compreendeu a finalidade do projeto. Nosso público é fiel e sempre prestigia os eventos das sextas feira.
O samba tem história. Existe muita gente fazendo samba para que ele se perpetue. É importante perceber que existe um samba contemporâneo de qualidade, e que busca sempre ajudar o crescimento de nossa cultura e levar ao grande público, principalmente aos jovens, a história em músicas e versos de nossa querida Porto Velho.
“Quem faz samba presta homenagem, purifica o ser.
Força a coragem para enfrentar qualquer cruz.
No breu da noite, faz brotar a luz”.
Neste instante há certamente um sambista compondo um samba novo em algum lugar.
O talento precisa ser valorizado e prestigiado.
Precisamos ter o mínimo de condições para podermos oferecer ao público um som de qualidade, e desta forma satisfazer o desejo de nossa gente de ouvir a poesia de Ernesto, o surdo, tamborim, pandeiro, reco-reco, violão e cavaquinho.
Expor o artista e a sua obra, fazendo com que o espectador seja “tocado” pelas composições, é uma das motivações desse Projeto.
Voltamos a dizer, o talento precisa ser valorizado e prestigiado.
Cruzamos a rua e deixamos a Praça Getúlio Vargas, mas todas as sextas vamos sentindo saudade da simplicidade do nosso som, mas com uma qualidade que só quem é do ramo pode compreender. Há um ano estamos na calçada do Mercado Cultural. Começamos com uma mesa e oito pessoas. Talvez hoje, mais de uma centena de pessoas prestigiem Ernesto Melo e a Fina Flor do Samba.
E por fazermos parte do calendário de cultura do Município de Porto Velho e fazermos parte da formação cultural da nossa gente, principalmente dos nossos jovens, é que gostaríamos de agradecer o incentivo do nosso público e dos gestores de nossa cultura. Mas também fica o nosso protesto pela falta de respeito em alguns momentos ao talento das pessoas que fazem acontecer. São os nossos impostos que precisam ser investidos também em cultura. Defendemos a nossa aldeia, e esta é a nossa bandeira: “ O SAMBA. ”
Diz a lenda.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
TEATRO DE RUA
Grupos de teatro de todo
Brasil no Encena na Rua
Porto Velho receberá 17 grupos de todo o Brasil, totalizando 23 espetáculos e performances
O grupo de teatro O Imaginário dirigido pelo ator Chicão Santos, promove entre os dias 19 a 25, deste mês em Porto Velho , a 3ª edição do Festival de Teatro de Rua “Amazônia Encena na Rua”. O evento vai oferecer à população uma programação variada e gratuita de espetáculos, performances e oficinas de capacitação artística. Porto Velho receberá 17 grupos de todo o Brasil, totalizando 23 espetáculos e performances, que acontecerão na Praça das Caixas D’água.
As Oficinas de Teatro oferecidas gratuitamente durante o Festival acontecerão nos dias 21 a 24 de julho, no período das 9h00 às 12h00, na Casa da Cultura Ivan Marrocos. São cinco opções: “Produção cultural”, ministrada por Leo Carnevale (RJ); “Pedagogia do ator”, ministrada por Ana Carneiro (MG); “Performances urbanas”, com Mara Leal (MG); “Desenvolvimento do teatro cubano”, com Victor Pietro (Cuba) e “Viewpoints e espaço urbano”, com o Coletivo Teatro da Margem (MG). Para se inscrever basta enviar um e-mail para oimaginarioro@yahoo.com.brcom os dados (nome, telefone e oficina escolhida).
O Festival Amazônia Encena na Rua é patrocinado pela CAIXA e tem o apoio da FUNARTE, da Prefeitura de Porto Velho/Fundação Iaripuna, SESC-RO e SECEL/Casa da Cultura Ivan Marrocos.
Além do Festival Amazônia Encena na Rua, O Imaginário apresenta também, nos dias 16, 17 e 18 de julho, o Seminário Amazônico de Teatro de Rua, que vai discutir a relação do teatro, do público e da cidade, políticas públicas, o ensino e a estética do teatro de rua; e o Festival de Dança, que reunirá 20 grupos e companhias de dança de Rondônia, Acre e Amazonas, com os espetáculos acontecendo na Praça Aluízio Ferreira, de 21 a 25 de julho. Também serão oferecidas Oficinas de Dança gratuitas: “Corpo sem limite”, com Regina Cláudia (AC) e “Dança Vertical”, com Diego Batista (AM).
O Seminário Amazônico de Teatro de Rua foi selecionado pelo Prêmio Funarte Myrian Muniz de Fomento ao Teatro e o Festival de Dança foi selecionado pelo Prêmio Funarte Klauss Vianna de Fomento à Dança de 2009.
Para mais informações sobre a programação, acesse o site do O Imaginário: www.oimaginarioro.com.br ou através dos telefones 3043-1419 e 9979-0048.
Fonte: assessoria/O Imaginário.
Acesse o site www.oimaginarioro.com.br
Brasil no Encena na Rua
Porto Velho receberá 17 grupos de todo o Brasil, totalizando 23 espetáculos e performances
O grupo de teatro O Imaginário dirigido pelo ator Chicão Santos, promove entre os dias 19 a 25, deste mês em Porto Velho , a 3ª edição do Festival de Teatro de Rua “Amazônia Encena na Rua”. O evento vai oferecer à população uma programação variada e gratuita de espetáculos, performances e oficinas de capacitação artística. Porto Velho receberá 17 grupos de todo o Brasil, totalizando 23 espetáculos e performances, que acontecerão na Praça das Caixas D’água.
As Oficinas de Teatro oferecidas gratuitamente durante o Festival acontecerão nos dias 21 a 24 de julho, no período das 9h00 às 12h00, na Casa da Cultura Ivan Marrocos. São cinco opções: “Produção cultural”, ministrada por Leo Carnevale (RJ); “Pedagogia do ator”, ministrada por Ana Carneiro (MG); “Performances urbanas”, com Mara Leal (MG); “Desenvolvimento do teatro cubano”, com Victor Pietro (Cuba) e “Viewpoints e espaço urbano”, com o Coletivo Teatro da Margem (MG). Para se inscrever basta enviar um e-mail para oimaginarioro@yahoo.com.brcom os dados (nome, telefone e oficina escolhida).
O Festival Amazônia Encena na Rua é patrocinado pela CAIXA e tem o apoio da FUNARTE, da Prefeitura de Porto Velho/Fundação Iaripuna, SESC-RO e SECEL/Casa da Cultura Ivan Marrocos.
Além do Festival Amazônia Encena na Rua, O Imaginário apresenta também, nos dias 16, 17 e 18 de julho, o Seminário Amazônico de Teatro de Rua, que vai discutir a relação do teatro, do público e da cidade, políticas públicas, o ensino e a estética do teatro de rua; e o Festival de Dança, que reunirá 20 grupos e companhias de dança de Rondônia, Acre e Amazonas, com os espetáculos acontecendo na Praça Aluízio Ferreira, de 21 a 25 de julho. Também serão oferecidas Oficinas de Dança gratuitas: “Corpo sem limite”, com Regina Cláudia (AC) e “Dança Vertical”, com Diego Batista (AM).
O Seminário Amazônico de Teatro de Rua foi selecionado pelo Prêmio Funarte Myrian Muniz de Fomento ao Teatro e o Festival de Dança foi selecionado pelo Prêmio Funarte Klauss Vianna de Fomento à Dança de 2009.
Para mais informações sobre a programação, acesse o site do O Imaginário: www.oimaginarioro.com.br ou através dos telefones 3043-1419 e 9979-0048.
Fonte: assessoria/O Imaginário.
Acesse o site www.oimaginarioro.com.br
FIM DE FESTA
Flor do Maracujá é Arte para o Mundo
Ariel Argobe (*)
Encerrou neste último domingo, dia 04 julho, o maior e mais esperado espetáculo de cultura produzido em Rondônia, o popularíssimo Arraial Flor do Maracujá. No período de sua realização, paralelamente, também aconteceu a XXIX edição da Mostra de Quadrilhas e Bois-Bumbás, vitrine reluzente por onde circulam as mais frondosas expressões culturais do plano imaterial, produzido por artistas anônimos das terras habitadas por karipunas, karitianas, caboclos, beiradeiros, guaporeanos e migrantes de todas as levas e das mais variadas regiões do país.
A Mostra do Flor do Maracujá abarca e expõe ao grande público, numa perfeita
compreensão de democracia cultural, a nossa mais refinada e popular produção cultural intangível, materializada na forma plástica de exuberantes agrupamentos de quadrilhas juninas e bois-bumbás.
O conceito de patrimônio cultural imaterial compreende um conjunto de bens intangíveis, contendo as expressões culturais e as tradições que um grupo de indivíduos preserva, em respeito ao seu passado, garantindo assim, a posteridade de sua ancestralidade.
Os saberes, os modos de fazer, as formas de expressão, celebrações, as festas e danças populares, as lendas, as músicas, os costumes e tantas outras tradições são os exemplos mais comuns de patrimônio cultural imaterial (ou intangível).
Quem foi ao Arraial Flor do Maracujá não frequentou apenas mais um evento de cultura popular. O grande público circulou, na verdade, por salões imaginários de uma grande galeria de arte. Passeou por ambientes de um grande e importantíssimo museu de arte e cultura popular e contemporânea, onde foram expostas, para o deleite de todos, nossas mais relevantes obras primas, assinadas por desconhecidos artistas beradeiros, detentores de um talento nato e de uma imensurável criatividade, comparáveis ao valor e calibre de grandes mestres da arte universal, como Leonardo da Vinci, Michelangelo Caravaggio, Van Gogh, Manuel da Costa Ataíde, Alfredo Volpi ou mesmo, o nosso expoente maior do academicismo caboclo, mestre Afonso Licório.
O Arraial Flor do Maracujá é o nosso Museu do Louvre, pois, assim como o Louvre, o Flor é o guardião de nossos grandiosos objetos artísticos imateriais, patrimônio cultural intangível da região, do Brasil e também da humanidade.
Os grêmios culturais de quadrilhas juninas e bois-bumbás que se apresentaram no espaço cênico da Mostra do Arraial Flor do Maracujá, realizada há 29 anos, se colocam em nosso imaginário coletivo de caboclos e beradeiros, em mesmo grau de importância, magnitude e plano, como está posto para humanidade o quadro Monalisa, de Leonardo da Vinci. Nossos folguedos, no viés estético de produção popular, e o quadro da Monalisa, na moldura da produção erudita, são exemplos da genial ancestralidade artística do homem, daí a necessidade de institucionalização das políticas continuadas para preservação e perpetuação do bem cultural.
(*) O autor é artista plástico
Ariel Argobe (*)
Encerrou neste último domingo, dia 04 julho, o maior e mais esperado espetáculo de cultura produzido em Rondônia, o popularíssimo Arraial Flor do Maracujá. No período de sua realização, paralelamente, também aconteceu a XXIX edição da Mostra de Quadrilhas e Bois-Bumbás, vitrine reluzente por onde circulam as mais frondosas expressões culturais do plano imaterial, produzido por artistas anônimos das terras habitadas por karipunas, karitianas, caboclos, beiradeiros, guaporeanos e migrantes de todas as levas e das mais variadas regiões do país.
A Mostra do Flor do Maracujá abarca e expõe ao grande público, numa perfeita
compreensão de democracia cultural, a nossa mais refinada e popular produção cultural intangível, materializada na forma plástica de exuberantes agrupamentos de quadrilhas juninas e bois-bumbás.
O conceito de patrimônio cultural imaterial compreende um conjunto de bens intangíveis, contendo as expressões culturais e as tradições que um grupo de indivíduos preserva, em respeito ao seu passado, garantindo assim, a posteridade de sua ancestralidade.
Os saberes, os modos de fazer, as formas de expressão, celebrações, as festas e danças populares, as lendas, as músicas, os costumes e tantas outras tradições são os exemplos mais comuns de patrimônio cultural imaterial (ou intangível).
Quem foi ao Arraial Flor do Maracujá não frequentou apenas mais um evento de cultura popular. O grande público circulou, na verdade, por salões imaginários de uma grande galeria de arte. Passeou por ambientes de um grande e importantíssimo museu de arte e cultura popular e contemporânea, onde foram expostas, para o deleite de todos, nossas mais relevantes obras primas, assinadas por desconhecidos artistas beradeiros, detentores de um talento nato e de uma imensurável criatividade, comparáveis ao valor e calibre de grandes mestres da arte universal, como Leonardo da Vinci, Michelangelo Caravaggio, Van Gogh, Manuel da Costa Ataíde, Alfredo Volpi ou mesmo, o nosso expoente maior do academicismo caboclo, mestre Afonso Licório.
O Arraial Flor do Maracujá é o nosso Museu do Louvre, pois, assim como o Louvre, o Flor é o guardião de nossos grandiosos objetos artísticos imateriais, patrimônio cultural intangível da região, do Brasil e também da humanidade.
Os grêmios culturais de quadrilhas juninas e bois-bumbás que se apresentaram no espaço cênico da Mostra do Arraial Flor do Maracujá, realizada há 29 anos, se colocam em nosso imaginário coletivo de caboclos e beradeiros, em mesmo grau de importância, magnitude e plano, como está posto para humanidade o quadro Monalisa, de Leonardo da Vinci. Nossos folguedos, no viés estético de produção popular, e o quadro da Monalisa, na moldura da produção erudita, são exemplos da genial ancestralidade artística do homem, daí a necessidade de institucionalização das políticas continuadas para preservação e perpetuação do bem cultural.
(*) O autor é artista plástico
terça-feira, 6 de julho de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
FLOR DO MARACUJÁ FINAL
FLOR DO MARACUJÁ 2010.
Terminou o Grande Arraial da nossa capital, confira a classificação dos Grupos.
QUADRILHA MIRIM.
Campeã. Rádio Farol. 415,9.
Vice. Matutinhos do Triângulo. 415,6.
Terceiro. Rodopio do Nacional. 412,8.
Quarto. Rosas de Ouro. 412,7.
Quinto. A Roça é Nossa. 411,8.
Sexto. Matutinos da Nova Estação. 410,9
Sétimo. Matutinhos da Princesa. 409,7
Oitavo. Rosa Divina. 409,3
Nono. Arrasta Pé de Candeias. 402,5.
QUADRILHA ADULTA
Campeã. Rádio Farol. 418,5
Vice. A Roça é Nossa. 418,0.
Terceiro. J.U.A.B.P. 417,8.
Quarto. Matutos do Triângulo. 417,4.
Quinto. Girassol das Três Marias. 417,3.
Sexto. Rosa Divina. 417,1.
Sétimo. Cabuletê. 416,5.
Oitavo. Rosas de Ouro. 415,9.
Décimo. Arrasta Pé do Candeias. 413,7.
Décimo Primeiro. Arrasta Pé de Matutos. 413,0.
Décimo Segundo. Flor da Primavera. 413,0
Décimo Terceiro. Matutos da Nova Estação. 412,6
Décimo Quarto. Flor do Palheiral. 410,5.
BOI BUMBÁ MIRIM.
Campeão. Estrelinha. 651,4.
Segundo. Brilhantinho. 629,2.
Veludinho. 586,8.
BOI BUMBÁ ADULTO.
Campeão. Diamante Negro. 655,8
Segundo. Corre Campo. 645,4.
Terceiro. Marronzinho. 642,6
Quarto. Az de Ouro. 641,8.
Quinto. Vencedor. 619,7.
Sexto. Tira Teima. 616,2
Terminou o Grande Arraial da nossa capital, confira a classificação dos Grupos.
QUADRILHA MIRIM.
Campeã. Rádio Farol. 415,9.
Vice. Matutinhos do Triângulo. 415,6.
Terceiro. Rodopio do Nacional. 412,8.
Quarto. Rosas de Ouro. 412,7.
Quinto. A Roça é Nossa. 411,8.
Sexto. Matutinos da Nova Estação. 410,9
Sétimo. Matutinhos da Princesa. 409,7
Oitavo. Rosa Divina. 409,3
Nono. Arrasta Pé de Candeias. 402,5.
QUADRILHA ADULTA
Campeã. Rádio Farol. 418,5
Vice. A Roça é Nossa. 418,0.
Terceiro. J.U.A.B.P. 417,8.
Quarto. Matutos do Triângulo. 417,4.
Quinto. Girassol das Três Marias. 417,3.
Sexto. Rosa Divina. 417,1.
Sétimo. Cabuletê. 416,5.
Oitavo. Rosas de Ouro. 415,9.
Décimo. Arrasta Pé do Candeias. 413,7.
Décimo Primeiro. Arrasta Pé de Matutos. 413,0.
Décimo Segundo. Flor da Primavera. 413,0
Décimo Terceiro. Matutos da Nova Estação. 412,6
Décimo Quarto. Flor do Palheiral. 410,5.
BOI BUMBÁ MIRIM.
Campeão. Estrelinha. 651,4.
Segundo. Brilhantinho. 629,2.
Veludinho. 586,8.
BOI BUMBÁ ADULTO.
Campeão. Diamante Negro. 655,8
Segundo. Corre Campo. 645,4.
Terceiro. Marronzinho. 642,6
Quarto. Az de Ouro. 641,8.
Quinto. Vencedor. 619,7.
Sexto. Tira Teima. 616,2
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